Presidente da Venezuela promete eleições no "momento certo" na estreia na ONU
Delcy Rodríguez quer processo "inclusivo e transparente".
Delcy Rodríguez quer processo "inclusivo e transparente".
“Os venezuelanos merecem mudanças reais e significativas nesta matéria, não avanços tentativos e incompletos”, advertiu a presidente da Missão Internacional Independente de Apuração de Fatos sobre a Venezuela da ONU.
Decorrerá na segunda-feira uma reunião entre Omã e o Irão, a propósito do futuro do estreito de Ormuz.
Plano acabou por não se concretizar devido à resistência do regime cubano.
Em causa está um protesto contra os acordos assinados com os Estados Unidos, que vão controlar 20% das reservas de petróleo venezuelano.
Washington flexibilizou o regime de sanções aos setores do petróleo e da mineração, bem como ao sistema financeiro público.
Líder da oposição reagiu ao acordo petrolífero entre os dois países.
"Acho que eles ainda não estão prontos. Tudo isto é muito recente", declarou Trump na Casa Branca.
O acordo permite aos Estados Unidos explorar 17 campos petrolíferos venezuelanos com um potencial de produção estimado em 65 mil milhões de barris.
Departamento de Defesa norte-americano ficará com 35% da empresa-mãe.
Ex-presidente da Venezuela está detido em Nova Iorque desde janeiro, quando os Estados Unidos o capturaram.
Para a oposição venezuelana, o regresso à democracia do país sul-americano passa pela reconstrução das instituições, entre as quais a petrolífera estatal.
Um comunicado da presidente interina venezuela descreve que o acordo envolve a produção de 65 mil milhões de barris, com potencial comprovado.
Segundo o presidente, a transação mais do que duplica as reservas de petróleo dos Estados Unidos e reduzirá substancialmente os preços da gasolina para os americanos a longo prazo.
As pessoas afetadas pelas medidas estão ligadas ao Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), já sancionado por Washington.
O apelo faz parte de um plano para colmatar as falhas elétricas no país.