Miragens, delírios e triunfos
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
A administração norte-americana e o Governo de Cuba continuam a negociar acerca da raiz do bloqueio energético imposto por Trump à ilha, após a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, em 03 de janeiro.
Estes comentários surgem apenas um dia depois do Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, ter criticado Washington por ameaçar "quase diariamente derrubar" o Governo da ilha e pretender "apropriar-se do país".
Presidente cubano afirmou que os Estados Unidos utilizam o "pretexto" da "economia enfraquecida" de Cuba para demonstrar interesse em "apropriar-se do país".
Seleção da Venezuela derrotou na final os Estados Unidos por 3-2, em Miami.
Pessoas próximas do presidente dos EUA estão a demonstrar "arrependimento" em relação ao conflito no Irão, mas o presidente parece "eufórico" com a ideia deste ataque, que se junta ao sucesso da detenção de Maduro.
O príncipe herdeiro, que não visita o Irão desde a revolução de 1979 que derrubou a monarquia, lidera um dos vários movimentos de oposição a partir do estrangeiro e apresenta-se como uma alternativa caso o regime iraniano caia.
Ex-presidente da Venezuela está detido desde o início de janeiro em Nova Iorque.
Trump quer quebrar o "eixo de resistência" em tempos montado para gerar um equilíbrio de poder mundial desfavorável aos Estado Unidos. Do outro lado está a China, e por isso as potências médias que a ela se aliaram são agora um alvo.
Washington e Caracas concordaram em retomar as relações diplomáticas e consulares após a intervenção militar dos EUA na Venezuela.
O projeto do BE foi aprovado com os votos favoráveis da esquerda parlamentar e abstenções do PSD e da IL. O Chega e o CDS-PP votaram contra.
Nos últimos meses, Cuba viu reduzido o abastecimento de petróleo depois do rapto do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pelos EUA.
Partido condena bombardeamentos dos EUA e Israel no Irão.
O Pentágono quer usar a inteligência artificial para vigiar cidadãos e criar armas autónomas. Musk ganha novo contrato com o executivo do qual já fez parte.
A iniciativa partiu da chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas.