Quem ganha a IA ganha tudo? A América acelera, a China abre as portas
Um vende liderança, o outro vende acesso. No mercado global da tecnologia, quem controla o acesso costuma ganhar mais do que quem proclama a liderança.
Um vende liderança, o outro vende acesso. No mercado global da tecnologia, quem controla o acesso costuma ganhar mais do que quem proclama a liderança.
A Anthropic revelou os usos nocivos que tentaram fazer do seu modelo de inteligência artificial, numa altura em que a segurança da IA está em foco global.
Análises publicadas sobre a Operação Epic Fury, iniciada a 28 de fevereiro de 2026, descrevem cerca de 5.500 a 6.000 alvos atingidos no Irão em três semanas, com os primeiros mil ataques nas primeiras vinte e quatro horas, suportados por uma plataforma que fundiu nove sistemas de informações militares numa única interface.
Fé na bondade humana e no desvelo da Inteligência Artificial é algo muito parco para confortar o comum dos mortais.
Governo norte-americano emitiu uma ordem para que a empresa impedisse o acesso de cidadãos estrangeiros ao programa Claude Fable 5, mas a Anthropic decidiu impedir o acesso a todos os clientes. Companhia garante que cumpriu a diretiva mas que não foram identificados os riscos em causa.
Para quem lida com a natureza de duplo uso destas ferramentas, o raciocínio é familiar e incómodo: as mesmas perguntas que são valiosas nas mãos de um profissional de cibersegurança ou de um investigador em biologia podem ser perigosas nas mãos de um agente malicioso.
O Claude Mythos foi usado para detetar vulnerabilidades de segurança em empresas que colaborem com o projeto.
Num mundo onde a IA evolui a um ritmo acelerado, falámos com o professor Kenny Huang, especialista em cibersegurança e consultor do Governo de Taiwan, um dos países mais visados por ciberataques no mundo, com mais de dois milhões de tentativas de intrusão por dia.
Há modelos de IA que podem estar mais perto de atingir uma "superinteligência humana" e há riscos para a segurança económica e democrática global. Os desenvolvimentos dos próximos anos podem ditar o fim do mundo como o conhecemos. Yann LeCun é um dos falcões da IA.
A iniciativa surge na sequência da introdução, há alguns meses, de uma funcionalidade no Grok que permitia aos utilizadores solicitar a criação de montagens hiper-realistas de adultos e crianças nus a partir de fotografias reais, sem o seu consentimento.
O mundo mudou este mês: pela primeira vez uma empresa não libertou um novo modelo de Inteligência Artificial por receio do seu potencial destrutivo.
A autonomização dos sistemas de aprendizagem de Inteligência Artificial atingiu um ponto crítico.
Trata-se de um modelo de uso geral com capacidades agenticas de codificação e raciocínio excepcionalmente desenvolvidas, não tendo sido especificamente treinado para tarefas de cibersegurança.
O que torna esta evolução particularmente relevante não é apenas a sofisticação tecnológica, mas a sua escalabilidade.
São quatro semanas para festejar as artes do palco, com as normas de segurança asseguradas e com propostas para todos os gostos e idades.
Entre 30 de outubro e 1 de novembro haverá ciclos de cinema, mostras de teatro e um take away especial de Tripas à moda do Porto