Grupo 1143 recebeu pagamentos de neonazis da Alemanha, Rússia e EUA
Autoridades acreditam que extremistas foram financiados com dinheiro estrangeiro. SÁBADO revela os 10 grupos de extrema direita ativos em Portugal
Autoridades acreditam que extremistas foram financiados com dinheiro estrangeiro. SÁBADO revela os 10 grupos de extrema direita ativos em Portugal
Presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo disse que a não inclusão de um capítulo sobre extremismos é "compreensível", porque "existiam investigações em curso".
Segundo o diretor nacional, em 14 anos, a PSP registou 60 inquéritos internos relacionados com racismo e xenofobia. Desses, 44 foram arquivados.
Fuzileiro e Guarda forneceram equipamentos e armas ao Movimento Armilar Lusitano, alguns enviados a partir do estrangeiro por correio.
A newsletter de sexta-feira
Em Portugal, o MAL, que integra elementos ligados às forças de segurança, é, para já, aquilo que mais se aproxima da defesa dos valores do aceleracionismo apocalíptico.
Aos outros dois foi aplicada a medida de coação de apresentações periódicas.
O grupo terrorista chegou a planear invadir o Parlamento. Autoridades detiveram seis pessoas e apreenderam centenas de armas ao grupo.
A violência triunfal da extrema-direita serve-se de um Governo que só é forte com os fracos.
Soqueiras, armas de fogo e armas brancas feitas em várias impressoras 3D e que poderiam vir a ser usadas para assaltar a Assembleia da República.
O polícia, um chefe da PSP que estava em comissão de serviço na Polícia Municipal de Lisboa, é um dos seis membros do denominado Movimento Armilar Lusitano (MAL) que hoje foram detidos.
Entre os seis detidos, um deles era um elemento da PSP, existindo outros tinham ligações a grupos de segurança privados.
Entre os seis detidos está um elemento da PSP, tal como elementos de grupos de segurança privada, o que demonstra o risco de violação do sigilo deste tipo de investigações junto das forças de segurança portuguesas.
A Polícia Judiciária divulgou imagens da operação “Desarme 3D” que levou à detenção de seis membros do Movimento Armilar Lusitano, grupo de extrema-direita.
Marcharam vestidos como o Ku Klux Klan frente ao SOS Racismo, criticaram o juiz Rui Fonseca e Castro por dividir a direita e são suspeitos de atividades terroristas.
A PJ deteve seis pessoas suspeitas e apreendeu explosivos e armas de fogo, "algumas das quais produzidas através de tecnologia 3D".