Irão ameaça criar nova "zona interdita" no estreito de Ormuz nos próximos dias
Mohsen Rezaï indicou que esta zona "começará na linha de bloqueio da marinha americana e incluirá setores do Golfo", precisou.
Mohsen Rezaï indicou que esta zona "começará na linha de bloqueio da marinha americana e incluirá setores do Golfo", precisou.
Está previsto Washington anunciar esta segunda-feira novas medidas destinadas a isolar a economia iraniana, no quadro da grande "ofensiva económica" anunciada na semana passada por Donald Trump.
Secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional alertou ainda que se forem impostas sanções económicas, o país irá atacar as empresas petrolíferas e económicas dos Estados Unidos no Irão e noutros locais.
Ministério do Petróleo iraniano criou há vários anos mecanismos para contornar as sanções norte-americanas.
Presidente norte-americano disse ainda que o aiatola está envolvido nas negociações.
A situação entre os dois países mantém-se num impasse desde que um cessar-fogo entrou em vigor em 8 de abril, após quase 40 dias de ataques aéreos israelitas e norte-americanos contra o Irão e de ataques de retaliação de Teerão na região do Médio Oriente.
Tem 56 anos, é o filho do anterior aiatola e a sua escolha está envolta em polémica. EUA e Israel já o consideram um alvo.
O nome do próximo aiatola ainda não foi confirmado.
A rede de espionagem mundial da Mossad prepara ficheiros sobre os seus alvos, analisa qual é o melhor método de execução e pede autorização ao primeiro-ministro israelita. O líder do Hamas Ismail Haniyeh foi a mais recente vítima de um histórico sangrento.
A guerra cibernética de Israel estende-se para além das instalações nucleares iranianas, sendo que, normalmente, Israel acaba por nem confirmar, nem negar tais ataques.
Os terroristas do ISIS usaram-na. Os do Hamas também, para facilitar a matança, mas os comprimidos brancos fazem mais: financiam o regime sírio, o Hezbollah e outras milícias.
O presidente da câmara da cidade mais afetada teme a possibilidade de "uma epidemia originada pelo grande número de corpos presentes sob os escombros e na água".
Veterano de guerra, governante e empresário: a cobertura perfeita. Foi enforcado em janeiro e os protestos ocidentais foram veementes. Mas, sabe-se agora, Alireza Akbari era mesmo agente do MI6.
Prisão de nacionais e estrangeiros e pena de morte são formas de intimidação com provas dadas contra inimigos internos e externos. E ambas estão a ser usadas.
A atriz de O Vendedor foi presa depois de expressar solidariedade a um homem que foi executado por fazer parte dos protestos contra o regime.
Majid Reza Rahnavard é a segunda pessoa a ser executada em público depois da morte de Mohsen Shekari, condenado por ferir membros das forças de seguranças do Irão.