O que liga as Presidenciais à Operação Marquês e ao caso dos Vistos Gold
Escutas revelam que António José Seguro era um alvo de José Sócrates. André Ventura foi chamado a depor e admitiu ter tomado uma decisão errada enquanto inspetor das Finanças.
Escutas revelam que António José Seguro era um alvo de José Sócrates. André Ventura foi chamado a depor e admitiu ter tomado uma decisão errada enquanto inspetor das Finanças.
António Costa Peixoto garantiu que os montantes que recebeu foram referentes a apoio prestado em aspetos fiscais à atividade empresarial de Carlos Santos Silva.
A jornalista assumiu ter passado férias com o ex-primeiro-ministro e afirmou que como era convidada assumia que seria Sócrates a pagar.
Inclui três motoristas, uma assessora que ganha €4.615, mas não tem funções definidas, e um assessor que aparece na Operação Marquês a receber €3.500/mensais de Sócrates.
Documentos da Operação Marquês mostram que o atual secretário de Estado foi uma personagem ativa no blogue "Câmara Corporativa", cujo o bem remunerado autor se dedicou a defender José Sócrates e uma facção do PS. No passado, Galamba já usou as expressões "aldrabão" e "um murro nas trombas".
Pedro Marques fazia parte de um núcleo que alimentava o blogue de "Miguel Abrantes", personagem criada por António Peixoto. João Galamba e o comentador Pedro Adão e Silva eram outros dos interlocutores
RAP escreveu uma coluna de opinião sobre Miguel Abrantes. Fernanda Câncio considerou que era uma das visadas do texto. Contudo, o humorista diz que a jornalista "dedica-se agora a ver claramente o que não existe".
O MP quer perceber o motivo pelo qual o Governo de Passos Coelho, "pela mão dos seus representantes, aceitou assumir as responsabilidades financeiras" do TGV
António Peixoto, que durante anos usou o pseudónimo “Miguel Abrantes”, e o filho foram ouvidos no mesmo dia. Ambos revelaram muitas falhas de memória
Entre 2005 e 2015, José Sócrates terá pago 76 mil euros a António Manuel Costa Peixoto para alimentar um blogue que atacava os adversários do antigo primeiro-ministro. Contudo, o Ministério Público suspeita que não terá sido caso único
Pai de assessor do autarca de Lisboa recebeu durante dez anos 3550 euros mensais para falar bem de José Sócrates.