Sábado – Pense por si

Ninguém aceita a morte. Eu não aceito a do António 

Mas há pessoas que deixam saudades para a eternidade. O António é um deles. E não há maneira de tapar este buraco que agora se abriu. O António vai ficar por aqui, pela minha memória, “até que as pedras se tornem mais leves do que água”.

Pedro Paixão publicou o primeiro livro em 1992 e tem já editadas mais de duas dezenas de obra
Nuno Miguel Guedes

"Desvio da Memória": bem regressado, Pedro Paixão

Num retorno feliz à não-ficção, o escritor e fotógrafo português disserta sobre o antissemitismo na Europa assumindo a primeira pessoa e viajando entre memórias e factos históricos.

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