Um terço dos medicamentos aprovados não chega ao mercado em Portugal
Portugal apresenta igualmente uma menor concorrência por substância ativa face aos países de referência.
Portugal apresenta igualmente uma menor concorrência por substância ativa face aos países de referência.
Entre os fármacos proibidos estão alguns usados no tratamento dos cancros de bexiga e gástrico, esquizofrenia e transtorno bipolar.
Entre as proibições determinadas estão fármacos usado no tratamento de diabetes, transtorno do défice de atenção e hiperatividade e alzheimer.
A proibição destina-se a assegurar o abastecimento do mercado nacional e aplica-se a todos os intervenientes do circuito, incluindo aos fabricantes.
A lista de medicamentos cuja exportação é temporariamente suspensa é definida todos os meses e inclui os fármacos em rutura no mês anterior.
Ibuprofeno, insulina ou paracetamol encontram-se entre as substâncias impedidas.
Segundo o documento, até 30 de setembro foram administradas cerca de 25,6 milhões de vacinas contra o coronavírus SARS-CoV-2 e registados 38.800 casos de reação adversa, 8.293 considerados graves.
Tomar os dois medicamentos em conjunto pode ser letal. Especialista relata à SÁBADO como funcionam as substâncias. Em Portugal, medicamentos combinados não são autorizados.
Caso um determinado medicamento esteja indisponível ou tenha deixado de ser comercializado, a Autoridade Nacional do Medicamento disponibiliza as alternativas terapêuticas disponíveis.
Os quatro premiados descobriram um mecanismo biológico que desencadeia a enxaqueca e levou ao desenvolvimento de tratamentos mais potentes, um trabalho que começou há mais de 40 anos.
Autoridade do Medicamento admite que médicos estão a utilizar o medicamento, mas boletins informativos indicam que este pode "mascarar os sintomas" do novo coronavírus e até facilitar outras infeções.
Autoridade Nacional do Medicamento recorda que não existem medicamentos autorizados para tratar a covid-19 e que, no contexto da pandemia, estão a ser utilizados diversos medicamentos autorizados para outras doenças.
Medicamento detetado pelas autoridades internacionais foi considerado falsificado. A cloroquina é validada para a malária e tem sido usada na pandemia em doentes de Covid-19.
Ainda sabemos muito pouco sobre o novo coronavírus, o que leva a conselhos contraditórios e a descobertas que, dias depois, são contestadas por novos estudos.
Filomeno Fortes, diretor do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, explica que o medicamento "tem efeitos anti-inflamatórios e analgésicos e ajuda a estabilizar as células do pulmão".
Nova norma da DGS lembra que não existem medicamentos autorizados para o tratamento de covid-19 mas que há várias moléculas apontadas como "possíveis candidatos terapêuticos".