Romances, I.A. e o Hamas: 12 livros para ler em 2026
Entre a ficção portuguesa e a literatura internacional, o novo ano promete trazer grandes leituras. Eis 12 obras que já saíram ou já sabemos que vão sair ao longo dos 12 meses do ano.
Entre a ficção portuguesa e a literatura internacional, o novo ano promete trazer grandes leituras. Eis 12 obras que já saíram ou já sabemos que vão sair ao longo dos 12 meses do ano.
Procuradora do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) diz que situação "atrasa os processos em cerca de oito meses".
Quantos dias trabalharam os reis, rainhas, princípes e princesas ao longo de 2025? Um site fez um ranking e revela quem teve a agenda mais preenchida
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Seja para dar início a uma refeição, fechar ou apenas para beber um copo sem acompanhamento, estas são algumas das nossas seleções deste ano.
São perto de 50 as comunicações de António Costa intercetadas. O ex-presidente do Supremo alertou para riscos de escrutínio da ação política pela justiça, mas outra decisão deste tribunal validou a manutenção das conversas num processo que escutou mais de 20 pessoas, apanhando na rede desabafos, cunhas, a gestão do governo e do PS.
Nos anos 40, Manuel Mota montou escritório numa pensão em Luanda e em 1962 já tinha o apoio de Wall Street. António Mota expandiu o negócio criado pelo pai.
Os smartphones são apenas para os mais velhos. Um movimento de pais da Escola Alemã de Lisboa defende que seja adiada a exposição aos ecrãs e às redes sociais, durante a infância e pré-adolescência. Até lá, os dumbphones (sem acesso às redes) podem ser a resposta.
Depois do verão, as editoras regressaram em força ao trabalho. De Javier Cercas a Arundhati Roy, de Ian McEwan a Beatrice Salvioni, há novidades literárias a chegar.
Mia Couto, Alexandra Lucas Coelho, Afonso Reis Cabral e Patrícia Portela são alguns dos autores lusófonos presentes na 84.ª Feira do Livro de Madrid.
A sessão solene comemorativa do 51.º aniversário do 25 de Abril de 1974 acontece em período de luto nacional de três dias decretado pelo Governo pela morte do Papa Francisco. Bancadas da esquerda criticaram a suspensão de cerimónias por parte do Governo. Direita optou por fazer campanha eleitoral nos discursos.
O júri destacou "o perfil do intelectual, do humanista e do poeta que marca inequivocamente a cultura portuguesa contemporânea".
O novo projeto “Hack for Equality” tem como objetivo incluir as mulheres que fazem História na denominação de aeroportos, de monumentos e toponímia portugueses.
O festival que decorre em São João da Madeira terá "um espetáculo a partir de poemas de várias autoras que lutaram contra a censura do Estado Novo -- entre elas Maria Teresa Horta", anunciou a autarquia, que organiza.
Falta-nos fazer a revolução cultural-espiritual. Maria Teresa Horta representava, precisamente, essa revolução por realizar. Era uma mulher sem medo, que não se calava. Quando questionada, um dia, sobre o que era a liberdade, Nina Simone respondeu "Liberdade é não ter medo". Se assim for, Maria Teresa Horta foi uma das poucas mulheres portuguesas verdadeiramente livres.
O deputado do Livre Rui Tavares acusou Arruda de fazer o gesto "de forma consciente e deliberada". À SÁBADO, Miguel Arruda nega: "Eu não sou nazi, sou etnicamente judeu. Como é que eu poderia ser nazi?".