"Santo António, o Casamenteiro de Lisboa" chega esta semana a 53 salas de cinema portuguesas
Ruben Alves já tinha trabalhado com alguns dos atores deste filme em "A Gaiola Dourada", um sucesso de bilheteira em Portugal.
Ruben Alves já tinha trabalhado com alguns dos atores deste filme em "A Gaiola Dourada", um sucesso de bilheteira em Portugal.
No seu primeiro filme de ficção sobre Portugal e a portugalidade desde "A Gaiola Dourada" (2013), o cineasta confronta a Lisboa atual e a americanização do mundo. "Santo António, o Casamenteiro de Lisboa" chega aos cinemas dia 10.
Nunca fica off nem a dormir, chega sempre ao teatro horas antes para “entrar em transe” e se tivesse um filho ator garante que o espancava. Aos 58 anos e quase 40 de carreira, vai estrear-se agora no cinema, em Santo António, o Casamenteiro de Lisboa, que chega às salas no próximo dia 10.
O ator, de 59 anos, está como diretor artístico do Teatro desde 2017.
Na escola, em Setúbal, desarmou os bullies pelas piadas. Nos tempos de faculdade, mudou-se para um T1 comprado pelos pais, na Graça, em Lisboa, onde fez remodelações sistemáticas – até afagou o chão. Desistiu do Design para ser ator e, entre os alvos das imitações, tem em Mário Centeno um fã. Reparte as atenções pelas filhas (Inês, de 18 anos, e Elisa, de 9), pela companheira (a atriz Beatriz Barosa), pelas viagens, pelas obras e pelos Legos.
O humorista ia ser advogado quando escreveu o sketch “Onde estavas no 25 de Abril?” para Herman José e a sua vida mudou. Betinho de Coimbra, foi vítima de bullying na escola, na Margem Sul do Tejo, e tornou-se popular com o humor e o surf.
Mais de 100 comediantes de 15 países encontram-se esta sexta-feira com o Papa Francisco, entre eles os três humoristas portugueses.
Prestes a fazer 50 anos, no dia 21 de abril, diz à SÁBADO que sofreu um assassinato de caráter, que o processo de violência doméstica foi demasiado penoso, que lhe prejudicou a carreira, mas que se fez justiça. Mantém que nunca dirá mal do ex-marido, por causa dos filhos. Conta que não se leva a sério e que o cancro a mudou.
A casa de espectáculos de Albergaria-a-Velha, apresenta a programação cultural para o último quadrimestre.
Hitler, Napoleão, Cleópatra e Maria da Escócia estiveram na loja online de Maria Lisboa. Entre a maquilhagem e o estúdio foram horas de muitas gargalhadas.
Desde que sofreu o enfarte, em 2019, encara a vida como bolas extras dos flippers. Nascida em Moçambique e criada no bairro da Graça, em Lisboa, por causa da descolonização, a humorista fala sobre a guerra – a atual. É cristã e acredita que o humor pode fazer a diferença.
Esta é uma capa que não queríamos fazer: o regresso da guerra à Europa. Trazemos-lhe ainda a história de Marcelino da Mata (herói ou vilão da guerra colonial?) e contamos-lhe a luta que oito antigos trabalhadores dos estaleiros de Viana do Castelo travam há já oito anos.
'Causa Própria', protagonizada por Margarida Vila-Nova e Nuno Lopes, e realizada por João Nuno Pinto, é a nova aposta da RTP para a ficção nacional. Para assistir a partir desta quarta-feira, às 21h.
De norte a sul do País, o novo ano traz um calendário repleto de atividade cultural, mesmo que com restrições sanitárias. Estas são algumas das mais aguardadas obras de palco para janeiro.
Aparecem menos na televisão, mas já não estão em menor número. Há cada vez mais mulheres no humor. São elas que dão piada a Ricardo Araújo Pereira ou que enchem salas de stand-up comedy. Só não podem (ainda) levar uma minissaia.
As sessões decorrem mais cedo e, à entrada, é medida a temperatura a todo o público