O Brasil não é para meninos
Flávio ainda não está eleito, Lula ainda não perdeu. A "virada", que seria inédita, é estatisticamente possível, mas politicamente muito improvável. O primeiro turno sinalizou que o mundo de Lula acabou. Que depois disso venha o regresso do Bolsonarismo, apenas três anos e nove meses depois da invasão aos três poderes em Brasília, recorda-nos que o Brasil não é mesmo para meninos.