Seguro apela à leitura: "É o melhor antídoto contra a ignorância"
Para o Presidente da República, a leitura propicia encontros e partilha, tão necessários "numa sociedade que muitos teimam em deslaçar".
Para o Presidente da República, a leitura propicia encontros e partilha, tão necessários "numa sociedade que muitos teimam em deslaçar".
Iniciativa reunirá quase 400 autores.
“É um privilégio poder contar com a sua sabedoria e com a sua inabalável fidelidade aos valores que nos unem”, disse.
A sua newsletter de terça-feira
O histórico socialista continua a publicar e a participar na vida política e cívica.
Satélites portugueses lançados para órbita esta segunda-feira têm nomes de escritores. Mas cá em baixo uma polémica surge em torno do valor dado ao Nobel da Literatura português.
O Governo pôs uma versão preliminar revista das aprendizagens essenciais em consulta pública na sexta-feira, num processo que vai durar um mês e que pretende recolher contributos da comunidade educativa, especialistas e sociedade.
No 25.º Congresso Nacional do partido, que decorre em Viseu.
O novo álbum, a paternidade, a tristeza pelo "mundo que estamos deixando a quem vem a seguir", o amor à poesia e uma confissão: "Canto para imitar a minha mãe." Ricardo Ribeiro em entrevista.
A minha geração tem uma dívida de gratidão com Lobo Antunes e com muitos outros escritores. Ajudaram-nos a ter uma memória e uma consciência sobre a Guerra Colonial
Cotrim de Figueiredo parece só São João Batista a anunciar o verdadeiro Messias do "reformismo” (se este um dia vier)
"Os partidos políticos têm as suas posições, as suas ideologias, as suas propostas, mas entre eleições há compromissos que têm que falar mais alto", frisou António José Seguro.
A companhia, em comunicado, promete "um recital imperdível para piano e voz" que junta o maestro António Victorino d'Almeida, ao piano, e a atriz Maria do Céu Guerra.
Áudio de entrevista para o livro "Dias de Raiva" prova como o líder do Chega afirma ter-se sentido enganado pelo líder socialista enquanto eleitor. "De facto, via-o com firmeza, coragem. Gostava da forma de ele se exprimir e tudo. Enganou-me uma vez, mas não me enganou mais."
O presidente do júri, Manuel Alegre, destacou a elegância da escrita.
No prefácio do livro, o Presidente da República escreve que "Maria Barroso foi uma excecional atriz de carreira cortada pela vida política e pela censura ditatorial".