Ser humilde de 100 em 100 anos
Se a humildade cósmica aparece no coração humano de 100 em 100 anos, estamos bem tramados.
Se a humildade cósmica aparece no coração humano de 100 em 100 anos, estamos bem tramados.
Inaugurada a 6 de agosto de 1966, iria mudar Lisboa - e o País.
Parte do País está a banhos no Alentejo e no Algarve. Para quem fica em Lisboa, no Porto e arredores, temos 20 propostas. Envolvem piscinas, jardins e muitos planos culturais.
É um museu? É um food court? Na Tapadinha, um clube da Liga 3 que esteve a morrer agora exibe obras de Vhils, Joana Vasconcelos e Bela Silva por entre bifanas de Vasco Lello. A ideia foi do novo dono, um americano que se apaixonou por Lisboa.
"Vénus", uma mostra inspirada no universo do estilista italiano Valentino, inaugura no MAAT a 2 de outubro - e poderá ser vista até 22 de fevereiro do próximo ano.
Mais de um quarto dos adultos portugueses vive com obesidade, uma doença crónica, complexa e multifatorial que a sociedade trata como uma escolha. No MAAT Central, conta-se o outro lado da história: os desafios e a esperança na primeira pessoa.
Entre pintura, desenho e escultura, o artista apresenta no MAAT a exposição “A ilha púrpura: notas e paisagens”, uma reunião de cerca de 50 obras onde convivem mitologia, banda desenhada, política e história da arte.
Celebrado desde 1997 para reforçar os laços dos museus com a sociedade, o dia internacional tem este ano como lema "Museus a unir um mundo dividido".
Algumas estendem-se indefinidamente, outras terminam daqui a pouco: não perca a oportunidade de ver estas cinco mostras da capital.
A estreia de uma ópera do cantor Dino D'Santiago, "O Julgamento de Pelicot", de Milo Rau e "Pemba", de Kiluanji Kia Henda, destacam-se na programação da Bienal de Artes Contemporâneas 2025, que decorre em Lisboa e Madrid.
A abertura do festival multidisciplinar vai ficar a cargo da cantora, atriz, dançarina e coreógrafa britânico-ruandesa Dorothée Munyaneza.
Inaugurado esta 4.ª feira, o pavilhão servirá para "preservar, estudar e partilhar a coleção privada do artista ", constituída por cerca de 1.500 obras de arte.
De 5 a 8 de junho, ninguém paga para entrar no pavilhão onde estarão obras de artistas como Marina Abramovic, Robert Morris e Rui Chafes.
Para quem não quer apenas saber de futebol, o fim de semana traz museus com entrada livre por todo o País, concertos, teatro, música, dança e petiscos na Comporta.
O Pavilhão vai contar com mais de 1.200 obras expostas, de artistas como Rui Chafes, Pedro Cabrita Reis, Andy Warhol, Marcel Duchamp e Marina Abramovic.
"Plug-in", de Joana Vasconcelos, e exposições de Ernesto Neto e Vivian Suter foram três das exposições que mais contribuíram para fazer de 2024 um ano recorde.