Lula promulga acordo Mercosul-UE e diz que tratado foi firmado "a ferro, suor e sangue"
O tratado de livre comércio, negociado ao longo de mais de 25 anos entre os dois blocos económicos, entra em vigor provisoriamente na sexta-feira.
O tratado de livre comércio, negociado ao longo de mais de 25 anos entre os dois blocos económicos, entra em vigor provisoriamente na sexta-feira.
Para o professor catedrático José Miguel Sardica, o início da revolução começou em 1961 e foi concluída com a adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia, em 1986.
O Governo realçou que "Espanha é um membro chave da NATO, que cumpre com os seus compromissos".
O chefe do Governo chinês apelou à Alemanha para trabalhar no sentido de "defender conjuntamente o multilateralismo e o livre-comércio".
O futuro da segurança da Europa foi discutido esta terça-feira, 27 de janeiro, na Fundação Calouste Gulbenkian.
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, anunciou, esta terça-feira, que a Índia e a União Europeia chegaram a um acordo de livre comércio.
Após quase duas décadas de negociações, a Índia e a União Europeia anunciaram, esta terça-feira, que chegaram a um acordo de livre comércio.
O histórico acordo de livre-comércio entre a União Europeia e o Mercosul cria a maior área de comércio livre do mundo.
A União Europeia e o Mercosul assinam hoje o aguardado acordo que demorou mais de 25 anos de negociações.
Em Portugal, o azeite e o vinho terão as tarifas reduzidas e eliminadas ao longo dos anos.
Lula acredita que o acordo "é bom para o Brasil, é bom para o Mercosul, é bom para a Europa e sobretudo é bom para o mundo democrático".
Deverá ser formalmente aprovado esta tarde.
As declarações surgem na sequência de uma sessão do Conselho de Segurança convocada a pedido de Caracas, na qual Rússia e China criticaram as ações dos Estados Unidos.
Trump anunciou na terça-feira um bloqueio "total e completo" a todos os petroleiros sancionados que entram e saem da Venezuela, na mais recente escalada na crise entre os dois países.
Trump acusou o regime do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de utilizar o petróleo para "se financiar a si próprio, ao tráfico de droga, ao tráfico humano, a assassinatos e raptos".
Presidente garante que o país defenderá a sua soberania sobre os seus recursos naturais.