Médio Oriente: Exército israelita mata criança de 11 anos na Faixa de Gaza
Hamsa Nidal Samir Hoso, foi atingida por disparos israelitas na zona de Fallujah, próxima da chamada Linha Amarela, divisão que marca o território controlado por Israel.
Hamsa Nidal Samir Hoso, foi atingida por disparos israelitas na zona de Fallujah, próxima da chamada Linha Amarela, divisão que marca o território controlado por Israel.
Autocarros, metros e comboios vão estar a funcionar com limitações durante a greve geral desta quinta-feira.
Empresa estima que o impacto da paralisação comece a ser sentido a partir da noite de quarta-feira.
De acordo com o cessar-fogo acordado com o Hamas, em vigor desde 10 de outubro, as tropas israelitas deverão retirar-se da Faixa de Gaza de forma faseada, após uma retirada inicial dentro do território delimitado pela “linha amarela”.
O Ministério da Saúde acrescentou que o número total de feridos desde que a trégua entre Israel e o Hamas entrou em vigor, em 10 de outubro, atingiu os 953.
Presidente da China considera que a questão palestiniana “afeta a equidade e a justiça internacionais”.
Dois anos de guerra deixaram o território palestiniano reduzido a nada. Mais de 370 mil casas estão danificadas. Faltam hospitais, escolas, estradas, redes de água e energia.
No início da semana, António Guterres confirmou que os membros do Conselho de Segurança da ONU estavam a discutir a proposta inicial dos EUA sobre Gaza, que inclui um projeto de resolução para o estabelecimento desta força internacional.
Desde o início do cessar-fogo, 241 pessoas foram mortas em Gaza, enquanto um grande número de palestinianos continua desaparecido, referem as autoridades do enclave.
Israel e Hamas trocam acusações de violação do acordo de cessar-fogo e entretanto continuam a morrer pessoas.
Segundo a Defesa Civil, as vítimas do ataque são 11 membros da família Shaban, entre as quais sete crianças e duas mulheres.
Os residentes, que estão a regressar paulatinamente às suas residências estão a concentrar-se sobretudo em verificar o que resta das suas casas e em recuperar os corpos dos mortos.
Nas horas anteriores à entrada em vigor da suspensão dos combates, as forças israelitas mataram pelo menos 19 palestinianos no território.
As tropas continuam estacionadas em zonas militares como o Corredor Netzarim, que divide Gaza em duas partes, desde o Kibutz Beeri até ao Mediterrâneo, o Corredor Filadélfia e o Eixo Morag, a sul.
Bezalel Smotrich disse sentir "imensa alegria" com a libertação dos reféns mas manifestou "grande medo" sobre as "consequências de esvaziar as prisões e libertar a próxima geração de líderes terroristas, que farão todo o possível para continuar a derramar rios de sangue judeu".
O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que a primeira fase do plano de paz para a Faixa de Gaza foi aceite pelo Hamas, que vai libertar os reféns, e por Israel, que deve retirar as forças para uma zona demarcada.