Nobel da Medicina tem 'toque' português: há 20 anos investigadora comprovou técnica em moscas
O prémio deste ano distinguiu a optogenética. Susana Lima trabalhava no laboratório onde foi a técnica foi comprovada pela primeira vez.
O prémio deste ano distinguiu a optogenética. Susana Lima trabalhava no laboratório onde foi a técnica foi comprovada pela primeira vez.
Um dos galardões mais aguardados do ano.
Todos os anos milhares de apostas são feitas sobre quem irá vencer o grande prémio literário. Atwood, Jorge, Murakami ou Pynchon? Todos têm palpites e preferências.
Três nomes dominam as apostas para o maior prémio literário internacional, mas há mais candidatos – incluindo uma portuguesa.
Trabalhou em Wall Street e, há dez anos, trocou os mercados financeiros pelo mundo das casas de sonho. Aos mais de 620 milhões de euros em transações imobiliárias, soma o programa Passport Properties.
Este foi o momento em que o cientista Karl Deisseroth contou à família que tinha vencido o Prémio Nobel da Medicina e Fisiologia de 2026. Deisseroth foi um dos três cientistas distinguidos com o Nobel, ao lado Peter Hegemann e George Nagel, pela descoberta da optogenética.
Karl Deisseroth, um dos três cientistas distinguidos com o Prémio Nobel da Medicina, disse, esta segunda-feira, estar “muito surpreendido” e “muito honrado” com o reconhecimento. O investigador norte-americano partilhou o prémio com Peter Hegemann e Georg Nagel pelo trabalho que levou ao desenvolvimento da optogenética.
Karl Deisseroth, Peter Hegemann e Georg Nagel receberam, esta segunda-feira, o Prémio Nobel da Fisiologia e Medicina pelo desenvolvimento da optogenética, uma técnica que permite controlar células nervosas com luz. A descoberta abriu novas possibilidades para estudar o funcionamento do cérebro e as doenças neurológicas.
Consiste num método que permite demonstrar como as células nervosas moldam as memórias, as emoções e os comportamentos no cérebro.
Prémio foi atribuído "pelas suas descobertas relativas aos canais iônicos ativados pela luz à optogenética".
Considerado o melhor jogador do torneio após a vitória da Espanha na final.
Os avisos americanos são sérios e devem ser levados a sério. Para que a Europa não acorde amanhã como acordou naquela madrugada de 2022: pasmada e perdida.
Uma democracia, por definição, precisa de cidadãos autónomos capazes de se autogovernarem. A cultura do medo corrói estas virtudes democráticas até só restar um rebanho temente e obediente, o sonho húmido de qualquer tirano.
Durante semanas, a esquerda portuguesa acreditou que o Chega seria o parceiro da AD para “atraiçoar” os trabalhadores, aprovando a reforma laboral.
O capitão da seleção tornou-se o melhor marcador português em Mundiais depois de bisar contra o Uzebequistão.
Karl Lagerfeld deixou parte da fortuna à sua adorada felina. Sete anos após a morte do designer, a cuidadora do animal diz que não recebeu nada.