Júlio Magalhães volta à televisão depois do escândalo da Operação Maestro
Afastado da televisão há quase dois anos, o jornalista apresenta um programa no canal Conta Lá.
Afastado da televisão há quase dois anos, o jornalista apresenta um programa no canal Conta Lá.
O triunfo do obreirismo, para não dizer pior, é determinado pelo chavão político de “acelerar a execução do PRR”, esse imperativo patriótico de sacar a massa a Bruxelas o quanto antes, não vão eles desviá-la para a indústria da guerra, ou outra qualquer.
Manuel Serrão foi esta quarta-feira interrogado durante quase duas horas no Campus de Justiça, em Lisboa.
O Ministério Público considera o empresário "o principal mentor" de um alegado esquema na obtenção de subsídios comunitários. São também suspeitos, o jornalista Júlio Magalhães, António Sousa Cardoso e António Branco e Silva.
O Ministério Público acredita que o empresário montou um esquema empresarial complexo que permitiu defraudar fundos europeus em dezenas de milhões de euros.
Ministério Público suspeita de esquemas organizados de fraude que terão lesado os interesses financeiros da União Europeia e do Estado português, através de 14 projetos financiados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), entre 2015 e 2023.
O empresário é o principal suspeito e o "mentor" do alegado esquema na obtenção de subsídios comunitários, e que levou a Polícia Judiciária a realizar 78 buscas no âmbito da Operação Maestro, na qual são também suspeitos Júlio Magalhães, António Sousa Cardoso e António Branco e Silva.
A Polícia Judiciária refere que as 78 buscas realizadas hoje na Operação Maestro visam projetos cofinanciados por fundos comunitários, que terão permitido aos suspeitos ganhos ilícitos de quase 39 milhões de euros, entre 2015 e 2023.
O jornalista Júlio Magalhães da TVI, Manuel Serrão, empresário e comentador da CMTV, e Nuno Mangas, presidente do programa de fundos europeus Compete 2020, estão entre os visados.
Ministério Público pediu a condenação de Francisco J. Marques, diretor de comunicação do FC Porto, por três crimes de violação de correspondência não consentida, mas deixou a pena "à consideração do tribunal" atendendo "à ausência de antecedentes criminais" do arguido.
Francisco J. Marques, que divulgou conteúdos de emails do Benfica no programa 'Universo Porto -- da Bancada', do Porto Canal, foi acusado de vários crimes.
Nas alegações finais do processo, que decorre no Juízo Central Criminal de Lisboa, a procuradora Ana Pais considerou provado que Francisco J. Marques cometeu os três crimes, mas deixou a pena "à consideração do tribunal", atendendo "à ausência de antecedentes criminais" do arguido.
Cinco anos depois do início da divulgação de partes selecionadas de emails do Benfica, Francisco J. Marques, Diogo Faria e Júlio Magalhães vão ser julgados pelos crimes de acesso indevido, violação de correspondência ou de telecomunicações e ofensa a pessoa coletiva.
O polémico processo dos emails do Benfica, que foram divulgados por Francisco J. Marques no Porto Canal, vai agora a julgamento. Recordamos ainda a vida de Letizia, a monarca espanhola que completa esta quinta-feira, dia 15, 50 anos. Pode ler ainda a opinião do diretor, no habitual editorial das quintas-feiras. E fique com uma sugestão literária para o fim de semana.
O juiz de instrução Carlos Alexandre pronunciou ainda Diogo Faria. Em causa estão os crimes de violação de correspondência e ofensa a pessoa coletiva.
SAD benfiquista defendia que a separação dos processos foi ocultada ao juiz Carlos Alexandre, do Tribunal Central de Instrução Criminal, e que, por isso, foi afastada a sua intervenção enquanto assistente processual.