Secretário da Defesa britânico, John Healey, apresenta demissão
John Healey demitiu-se esta quinta-feira, contestando falta de investimento do país nas forças militares.
John Healey demitiu-se esta quinta-feira, contestando falta de investimento do país nas forças militares.
O resultado das mais recentes eleições locais em Inglaterra e parlamentares no País de Gales e na Escócia podem ditar o futuro de um Reino Unido com o Partido Trabalhista fracassado e o Reform UK de Nigel Farage a subir.
Responsáveis militares de 44 países de todos os continentes estão em Londres durante dois dias, numa reunião que pretende criar uma missão de caráter defensivo, para deminar e proteger navios da marinha mercante no Estreito de Ormuz.
As medidas visam o setor energético russo, bem como redes internacionais de comércio ilícito de crude e empresas fornecedoras de equipamentos militares ao exército russo.
Este financiamento fornecerá novos veículos, sistemas de comunicação e capacidades de proteção contra 'drones', garantindo que as tropas britânicas estão prontas para o destacamento.
Secretário da Defesa denunciou o sucedido numa conferência de imprensa em Downing Street
Membros da NATO vão discutir, numa reunião online, o lançamento de uma "campanha de 50 dias", cumprindo o prazo porposto por Trump, para que sejam enviadas mais armas para a Ucrânia e que o presidente russo seja forçado a sentar-se à mesa de negociações.
Donald Trump anunciou na quarta-feira que tinha falado com o homólogo russo, Vladimir Putin, e que ia dar início às conversações para pôr fim à guerra na Ucrânia.
Os ministros do Governo já receberam telefones por satélite para o caso de haver danos nas infraestruturas de comunicação. Em causa está a morte do principal líder político do Hamas, Ismail Haniyeh.