Empresário Jimmy Lai condenado a 20 anos de prisão em Hong Kong. UE exige libertação imediata
Ex-magnata da imprensa pró-democracia de Hong Kong e crítico de Pequim foi condenado ao abrigo da lei de segurança nacional imposta pela China.
Ex-magnata da imprensa pró-democracia de Hong Kong e crítico de Pequim foi condenado ao abrigo da lei de segurança nacional imposta pela China.
As autoridades iranianas reconheceram a morte de milhares de pessoas, mas disseram que a grande maioria eram membros das forças de segurança ou transeuntes mortos por terroristas ao serviço dos Estados Unidos e de Israel.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros (MNE) da União Europeia reúnem-se hoje em Bruxelas para decidir novas sanções à Rússia e aos responsáveis pela repressão no Irão, devendo também discutir a situação na Síria, Palestina e República Democrática do Congo.
A falta de acesso a informações faz com que seja difícil saber o número de manifestantes que foram detidos ou morreram durante os protestos, que começaram a 28 de dezembro.
Em apenas um ano o presidente norte-americano ameaçou meio-mundo, bombardeou um país e capturou o presidente de outro.
Números são da Human Rights Activists News Agency.
“Um ataque contra o líder supremo do nosso país equivale a uma guerra total contra a nação iraniana”, disse Massoud Pezeshkian.
Intenção do treinador do Esteghlal é ficar enquanto as condições de segurança o permitam.
Entre os visados está o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, acusado de ter sido uma das primeiras figuras oficiais a incitar ao uso da violência contra os manifestantes.
O primeior saiu na manhã desta quinta-feira.
Esta terça-feira a organização não-governamental (ONG) Iran Human Rights denunciou pelo menos 2 mil manifestantes mortos nos protestos que contestam há 16 dias.
A contestação visava inicialmente o custo de vida, num país sujeito a sanções económicas, mas depois tornou-se num protesto político contra as autoridades de Teerão.
Riade executou pelo menos 356 pessoas em 2025, mais 11 do que no ano anterior, estabelecendo assim um novo recorde no país desde o início da monitorização.
No Irão, pelo menos 538 pessoas morreram na sequência de manifestações que começaram a 28 de dezembro, em protesto contra a crise económica e o custo de vida.
Os dois países têm trocado ameaças. Trump disse que se as forças de segurança iranianas matassem mais algum manifestante os EUA iriam responder. Já o Irão prometeu retaliar.
Naquele que foi o quarto dia consecutivo de protestos contra a morte de Renee Good, os manifestantes saíram às ruas com imagens da vítima, cartazes contra Trump e outros a exigir o fim das operações dos agentes federais na cidade.