Eurodeputado francês Raphael Glucksmann planeia anunciar hoje candidatura às presidenciais
Uma candidatura implicará o afastamento da sua companheira, a jornalista franco‑libanesa Léa Salamé, da apresentação do telejornal da emissora France 2.
Uma candidatura implicará o afastamento da sua companheira, a jornalista franco‑libanesa Léa Salamé, da apresentação do telejornal da emissora France 2.
Ataque vitimou 132 pessoas, entre os quais dois portugueses: um deles, um taxista, foi morto junto ao Stade de France. Foi a primeira pessoa a perder a vida.
Concorreu cinco vezes às presidenciais e em 2002 foi à segunda volta para ser derrotado por Chirac. A ex-mulher roubou-lhe um olho de vidro e zangou-se com a filha, que o expulsou do próprio partido.
Em 2015, dois irmãos ligados à al-Qaeda entraram na redação e mataram doze pessoas. Desde então, centenas morreram em ataques terroristas de radicais islâmicos em França.
Esta quinta-feira já tinha sido tornado público que Macron encurtou a sua visita oficial à Polónia para voltar mais cedo a França e tentar conter a segunda crise política em seis meses. A expetativa era que anunciasse um sucessor de Michel Barnier, no entanto parece que tal não foi possível.
"Haverá sempre a questão de saber se eu deveria simplesmente ter cedido e desistido de todas as exigências de duras medidas de austeridade e reformas económicas na Grécia, Portugal, Espanha e Itália", escreve a ex-chanceler alemã na sua biografia.
As autoridades de Paris estão em alerta máximo. Estarão 4.000 polícias e pessoal de segurança à volta do estádio e mais 1.500 polícias nos transportes públicos.
Sabe chinês, sonhava trabalhar no mundo do ténis, mas fez carreira na função pública como economista. Agora Lucie Castets deverá ser a próxima primeira-ministra francesa.
Mélenchon e a Nova Frente Popular ganharam, mas ele não será primeiro-ministro, mesmo tendo o maior grupo parlamentar na coligação. O CV de ex-trotskista, ativista de extrema-esquerda e talvez antissemita é cadastro político. História de um altermundialista nascido em Tânger.
Os que não consideravam assim tão trágica a vitória da extrema-direita, mesmo que não votassem nela, estão agora arrepiados com os resultados do senhor Mélenchon como se isso fosse pior, ou uma mesma coisa. Não é, até porque Mélenchon dificilmente governará.
Que coligação é esta que conseguiu "roubar" o primeiro lugar à extrema-direita na segunda volta? E quem vai governar a França depois deste resultado tripartido?
Sem maioria absoluta de nenhum dos blocos políticos, Macron terá de decidir quem nomear como primeiro-ministro, contando entre os candidatos com Mélenchon e Hollande. Certo é que a vitória da extrema-direita acabou por não acontecer e que a extrema-esquerda se fortaleceu no parlamento.
Oito anos depois de criar o En Marche, o Presidente, preso num labirinto construído por ele, dissolve a Assembleia Nacional e mergulha França nas eleições mais polarizadas das últimas décadas.
Enquanto os políticos não perceberem ou não quiserem perceber que o desinteresse pela formação de uma cidadania europeia informada é o maior risco para o projecto europeu, o anti-europeísmo populista pode continuar a crescer.
A declaração do estado de emergência é inevitável se as autoridades francesas não conseguirem evitar o agravamento e alastramento dos motins e do vandalismo este fim-de-semana. A análise de João Carlos Barradas.
Os Uber Files revelaram que o presidente francês se reuniu com representantes da Uber enquanto foi ministro da Economia. "Voltaria a fazer o mesmo amanhã", assegura.