Portugal atingiu em 2025 o maior número de nascimentos da última década
Mais de 87.700 bebés nasceram no nosso país no ano passado.
Mais de 87.700 bebés nasceram no nosso país no ano passado.
A fadiga não é um sintoma que possa ser desprezado, nem é para aguentar - tem de procurar a causa. É possível recuperar a energia sem grandes mudanças. Como? Desligar as notificações do telemóvel, evitar o açúcar (vai sentir-se ainda pior), arranjar um propósito de vida ou até andar descalço na natureza.
Eliminam a sensação de fome e estão a revolucionar o tratamento da obesidade e de outras doenças crónicas provocadas pelo excesso de peso. Apesar de ter sido o primeiro país da Europa a declarar a patologia como uma doença crónica, Portugal ainda não comparticipa estes fármacos. Um erro e uma injustiça, defendem os especialistas.
Estudos científicos recentes indicam que comer carne de vaca, borrego e porco não aumenta o risco de doenças cardiovasculares e cancro. Pelo contrário: ajuda a tratar de inflamações, enxaquecas, diabetes e esclerose. Médicos já prescrevem dietas carnívoras. Conheça os casos de sucesso.
Habitue-se a evitar a doença crónica fazendo meia hora de exercício por dia, uma alimentação saudável, não fumando e não se deixando engordar.
Portugal registou menos 430 nascimentos nos primeiros nove meses do ano. Os distritos onde nasceram mais bebés foram Lisboa, Porto, Setúbal e Braga.
O nosso organismo utiliza o colesterol como um cimento: é um reparador dos músculos, um regenerador de células, um ajudante na comunicação dos neurónios entre si e um auxiliar na produção de hormonas fundamentais para a vida, como as hormonas sexuais, as hormonas do stress e a mais importante delas, a "Vitamina" D.
Se deixar de fumar, mesmo que tenha fumado durante décadas, ao fim de 15 anos o seu corpo terá conseguido limpar todos os vestígios do tabaco e o risco de contrair cancro do pulmão é igual ao de alguém que nunca fumou.
Dos 150 casos diagnosticados no ano passado, 54 são de doenças hereditárias do metabolismo, 50 de hipotiroidismo congénito, seis de fibrose quística, 34 de drepanocitose e seis de atrofia muscular espinal.
Pelo segundo ano consecutivo, Portugal ultrapassou a barreira dos 80.000 nascimentos, após a quebra histórica da natalidade em 2021.
São muito eficazes, mas têm dois custos. Um é o preço, os injetáveis são caros e não estão comparticipados. Outro são os efeitos secundários. Há pessoas que abandonam a medicação porque passam dias inteiros maldispostas ou a vomitar. Há quem não consiga levantar-se da cama por causa das tonturas e até relatos de pensamentos suicidas associados à toma. Estes fármacos estão indicados para pessoas com excesso de peso e obesidade, mas há muita gente a fazê-los só por vaidade, sem que existam estudos que provem que são seguros quando não há doença.
Foram rastreados, entre janeiro e setembro de 2022, 62.001 recém-nascidos no âmbito Programa Nacional de Rastreio Neonatal (PNRN), mais 3.037 do que em igual período de 2021 (58.964).
Março foi o mês que registou o maior número de nascimentos (7.097), seguido de janeiro (6.482) e, por último, fevereiro com 6.049 bebés.
Aqueles que são comercializados em Portugal não surtem qualquer efeito, porque têm uma dosagem muito baixa, e há muito mais riscos que benefícios. Só faz sentido tomar este suplemento em caso de um acidente nuclear e num raio de até 100 quilómetros do local.
No ano passado, foram estudados 79.217 recém-nascidos no âmbito do Programa Nacional de Rastreio Neonatal (PNRN), menos 6.239 do que em 2020 (85.456).
Os dados do teste indicam que nos primeiros onze meses deste ano nasceram 72.316 crianças, menos 6.058 face ao período homólogo de 2021 (78.374).