Governo convoca UGT para nova reunião segunda-feira sobre alterações à lei laboral
Esta reunião acontece depois de o secretariado nacional da UGT ter votado contra a proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo.
Esta reunião acontece depois de o secretariado nacional da UGT ter votado contra a proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo.
No total, está previsto o cancelamento de 570 voos entre aterragens e descolagens. Outras companhias aéreas do grupo tentarão acomodar passageiros, usando aviões com maior capacidade.
Leitão Amaro esclareceu que esta porta aberta se refere ainda à fase de negociação na concertação social, dizendo ter ouvido notícias dos vários parceiros sociais de que há vontade de continuar a negociar.
A central sindical considera que a proximação negocial é "insuficiente".
A paralisação é justificada pelo incumprimento de acordos assinados em 2019, nomeadamente ao nível da formação e organização do trabalho.
Para este período de greve, não foram decretados serviços mínimos, apesar do pedido da administração, que não foi deferido em tribunal.
Sindicato vê, no entanto, com"muita dificuldade a suspensão da greve" de quinta-feira.
Paulo Lona disse que a greve é "um instrumento legítimo de reação" e "uma resposta necessária, proporcional e inadiável".
Nos últimos meses, o Governo tem reunido com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.
Nos últimos meses, o Governo tem optado por reunir-se com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.
Ministro da Presidência esteve na comemoração do 30.º aniversário da RTP África, em Lisboa.
Segundo Luís Mendes Cabral, o organismo "já trabalhava no limite ao longo de vários meses", mas durante a paralisação ocorreu um agravamento súbito que condicionou o funcionamento dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU).
O presidente do sindicato dos TEPH adiantou que estão por implementar três protocolos de atuação farmacológicos, nas áreas da dor, das intoxicações e das paragens cardiorrespiratórias, que impedem os técnicos de atuar, "com claro prejuízo para os cidadãos".
A lei fundamental já foi revista sete vezes desde 1976 e não sofre alterações há mais de 20 anos, mas 58% dos inquiridos estão a favor de uma revisão constitucional.
Vários jovens participaram num protesto e dizem ser contra o pacote laboral que consideram "grave".