Saber comer não chega
Um novo estudo nacional revela que a literacia alimentar dos adultos em Portugal fica-se pelos 57,5%. O problema já não é a falta de informação, mas a dificuldade em transformá-la em escolhas concretas no dia a dia.
Um novo estudo nacional revela que a literacia alimentar dos adultos em Portugal fica-se pelos 57,5%. O problema já não é a falta de informação, mas a dificuldade em transformá-la em escolhas concretas no dia a dia.
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O nível de literacia alimentar dos portugueses é positivo, mas oscila consoante o contexto sócio-económico, demográfico e profissional dos consumidores.
Vítor Silva, coordenador da Pós-Graduação em Psicologia Forense e Investigação Criminal do Piaget Viseu, defende a criação de equipas multidisciplinares.
Estudo realizado em turmas do 7º ao 11º ano identificou uma epidemia silenciosa de jovens que se magoam para mascarar sofrimento emocional. “É quase como se a dor física fosse mais suportável do que a dor mental”, diz a autora do estudo, a psicóloga Maria de Jesus Candeias
Investigação estima que os estudantes gastem cerca de mil euros mensais para estudar. 51% afirmam que o senhorio não emite recibos de renda.
"Corremos o risco de perder simplesmente os fundos, se não dermos corda aos sapatos nos próximos dois meses. Ou os resultados [dos concursos] saem e se assinam os contratos ou não vai dar tempo para se executarem as obras", alerta o presidente da Associação Nacional de Cuidados Continuados.
A probabilidade de ser jogador patológico é superior entre os jogadores do sexo masculino e entre os jovens entre os 25 e os 34 anos, segundo o estudo hoje divulgado.
A doença oncológica, que ataca a medula óssea, pode obrigar o paciente a precisar de apoio diário. As mulheres são as principais cuidadoras e não pedem ajuda quando se sentem sobrecarregadas.
Estudo revelou dados preocupantes. Mas há projetos em curso para combater essas situações e mentalidades, em que os alunos até ajudam colegas em relações tóxicas.
O controlo é o tipo de violência mais legitimado pelos jovens portugueses, revela o estudo da UMAR.
Estudo dirigido especificamente a internos refere que 35,5% dos médicos iniciou apoio psicológico ou psiquiátrico durante o internato.
Podem a partir dos 6 meses, recomendam os médicos. E também frutos secos, marisco e outros ingredientes. Até reduzem a probabilidade de virem a ter alergias.
Segundo o estudo, "o consumo frequente de raspadinhas é mais comum nas pessoas com baixos rendimentos".
Estudo considerou seis tipos de violência: física, psicológica, perseguição, através das redes sociais, sexual e controlo.
Estudo feito pelo Grupo de Investigação e Desenvolvimento em Infeção e Sépsis revela ainda que sete em cada dez pessoas não conseguem identificar o que tomaram.