Mau tempo: Portugal enfrenta nova tempestade ainda sem recuperar da Kristin
O rasto da tempestade afetou fortemente as vias de comunicação, estradas, caminhos-de-ferro, escolas, deixando populações isoladas e pessoas desalojadas.
O rasto da tempestade afetou fortemente as vias de comunicação, estradas, caminhos-de-ferro, escolas, deixando populações isoladas e pessoas desalojadas.
A associação destaca que quem esteve ao lado das populações foram "as autarquias locais, os funcionários municipais, os bombeiros locais, os voluntários e todos os agentes da Proteção Civil que trabalham, vivem e respiram este território".
Autoridade avisa que as próximas horas serão "extremamente graves" e pede que a população tome medidas.
O primeiro dia da depressão Kristin causou estragos por todo o país e fez pelo menos cinco mortos. Em várias regiões de Portugal continental registaram-se quedas de árvores, a suspensão de serviços ferroviários, o encerramento de escolas e milhares de pessoas ficaram sem eletricidade.
Para ajudar na proteção e socorro da população, na sequência do mau tempo.
Passagem da depressão Kristin por Portugal continental teve um "grande impacto" sobretudo na zona Oeste e nos distritos de Leiria e Coimbra.
Circulação está suspensa também nas Linhas do Sul, do Oeste e Sado.
Entre as 00:00 e as 06:00 foram registadas 655 ocorrências, com especial incidência no distrito de Lisboa, Península de Setúbal e na região Oeste.
Balanço da ANEPC não inclui as ocorrências na cidade de Lisboa, onde foram registadas um total de 56 ocorrências devido às condições meteorológicas adversas.
Houve também quedas de estruturas e inundações na via pública.
Maioria das ocorrências deveu-se a quedas de árvores, inundações de estruturas ou superfícies por precipitação intensa, limpezas de via, queda de estruturas e movimentos de massa.
Até às 8h de sexta-feira foram registadas 81 ocorrências. A queda de uma árvore levou até à suspensão da circulação de comboios na Linha do Minho.
O dispositivo de buscas inclui maquinaria pesada, cães e apoio aéreo com helicópteros.
Foram emitidos alertas vermelhos para Tarragona e Castellón.
"A noite acabou por ser de alguma normalidade tendo em conta o que era expectável. Tivemos 43 ocorrências, a maioria na Península de Setúbal com 11, sete na Grande Lisboa, sete em Faro e quatro na Região de Coimbra e as restantes distribuídas por outras regiões", indicou a Proteção Civil.
Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro e Viseu foram os distritos mais afetados.