Mau tempo: GNR contabiliza quase 90 estradas cortadas no distrito de Coimbra
Destaque vai para a Autoestrada 1 e A 14 e as estradas nacionais 111-1, bem como a EN 110.
Destaque vai para a Autoestrada 1 e A 14 e as estradas nacionais 111-1, bem como a EN 110.
Desde o início da vaga de tempestades consecutivas, a comunidade registou um total de 11.876 incidentes, 129 esta quinta-feira, e 98 estradas permanecem encerradas ao tráfego.
O Plano Especial de Emergência para Cheias na bacia do Tejo mantém-se em alerta vermelho, com várias estradas cortadas ou condicionadas devido a submersão e aluimentos de terra.
A emergência exige preparação, continuidade e competência. Três coisas que não sobrevivem bem a um sistema onde cada Governo sente necessidade de “limpar” a casa, mesmo que isso implique mandar fora quem sabe onde estão os extintores (ou as bombas de água).
O rasto da tempestade afetou fortemente as vias de comunicação, estradas, caminhos-de-ferro, escolas, deixando populações isoladas e pessoas desalojadas.
A associação destaca que quem esteve ao lado das populações foram "as autarquias locais, os funcionários municipais, os bombeiros locais, os voluntários e todos os agentes da Proteção Civil que trabalham, vivem e respiram este território".
Autoridade avisa que as próximas horas serão "extremamente graves" e pede que a população tome medidas.
O primeiro dia da depressão Kristin causou estragos por todo o país e fez pelo menos cinco mortos. Em várias regiões de Portugal continental registaram-se quedas de árvores, a suspensão de serviços ferroviários, o encerramento de escolas e milhares de pessoas ficaram sem eletricidade.
Para ajudar na proteção e socorro da população, na sequência do mau tempo.
Passagem da depressão Kristin por Portugal continental teve um "grande impacto" sobretudo na zona Oeste e nos distritos de Leiria e Coimbra.
Circulação está suspensa também nas Linhas do Sul, do Oeste e Sado.
Entre as 00:00 e as 06:00 foram registadas 655 ocorrências, com especial incidência no distrito de Lisboa, Península de Setúbal e na região Oeste.
Balanço da ANEPC não inclui as ocorrências na cidade de Lisboa, onde foram registadas um total de 56 ocorrências devido às condições meteorológicas adversas.
Houve também quedas de estruturas e inundações na via pública.
Maioria das ocorrências deveu-se a quedas de árvores, inundações de estruturas ou superfícies por precipitação intensa, limpezas de via, queda de estruturas e movimentos de massa.
Até às 8h de sexta-feira foram registadas 81 ocorrências. A queda de uma árvore levou até à suspensão da circulação de comboios na Linha do Minho.