Irmão de Nininho Vaz Maia entre os detidos no caso de alegada tortura na esquadra do Rato
Mário Vaz Maia, agente da PSP, exercia funções na referida esquadra.
Mário Vaz Maia, agente da PSP, exercia funções na referida esquadra.
Entre os detidos encontram-se 15 agentes da PSP, um deles chefe, e um segurança de discoteca.
A juíza considerou que a acusação tem "indícios suficientes" de que os polícias cometeram os crimes de que estão acusados pelo Ministério Público e que existe uma "séria probabilidade" de serem condenados no final do julgamento.
A juíza considerou que a acusação tem "indícios suficientes" de que os polícias cometeram os crimes de que são acusados.
Luís Carrilho recusou que estas mudanças na formação estejam relacionadas com a violência policial na esquadra do Rato.
Na quarta-feira, as autoridades detiveram sete agentes da PSP na sequência da investigação a crimes de tortura grave, violação, agressões e abuso de poder na Esquadra do Rato, em Lisboa.
Em causa estão estão casos de "tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas", estando a acusação a cargo do MP.
Falámos com dirigentes sindicais, que apontam causas e preocupações, defendem o principio da inocência, mas são claros quanto ao que fazer em caso de condenação.
Agentes foram detidos na Esquadra do Rato, em Lisboa.
Serão reforçadas em 2026 matérias de "prevenção da discriminação, extremismo e radicalismo, uso de redes sociais e telemóveis pessoais, passando estas a ser matérias obrigatórias".
Alegados casos de tortura e violação na esquadra do Rato levaram à detenção de dois agentes da PSP.
A ministra defendeu que "é preciso ter mais atenção, cuidado e exigência nas escolas", na avaliação inicial que se faz aos novos candidatos.
Estão ambos em prisão preventiva.
O suspeito colocou-se em fuga, mas entregou-se às autoridades duas horas depois. O atropelamento ocorreu pelas 0h10 de hoje, na zona de Santos,
Noah Zino, do movimento Climáximo, afirmou que se desconhece o motivo do adiamento do julgamento, que estava marcado para hoje de manhã. Não há ainda data para novo julgamento.
Obra aborda o racismo, identidade de género, religião, bullying e ativismo. Autores ponderam avançar com queixa ao MP.