Tribunal fixa fiança de 3,9 milhões de euros para ex-ministro da Energia da Ucrânia
Herman Galushchenko foi detido por alegado branqueamento de capitais e participação numa rede criminosa.
Herman Galushchenko foi detido por alegado branqueamento de capitais e participação numa rede criminosa.
Herman Galushchenko é acusado de branqueamento de capitais e de integrar uma rede criminosa, após ter sido detido no fim de semana quando tentava abandonar o país.
Uma das casas financiadas pelo esquema de corrupção seria destinada ao próprio Andriy Yermak.
O caso envolve a empresa estatal Energoatom, responsável pela energia nuclear na Ucrânia.
Novo conselho de supervisão deverá assumir funções dentro de uma semana na Energoatom.
Um grupo de altos funcionários utilizava a Energoatom, empresa estatal ucraniana de energia nuclear, para extorquir parte do valor dos contratos.
Em causa está um escândalo de corrupção numa empresa estatal que supervisionava.
"Tomámos a decisão de afastar Herman Galushchenko", escreveu a primeira-ministra, Yulia Sviridenko.
A Ucrânia acusa a Rússia de ter destruído a barragem de Kakhovka durante a madrugada. Rússia nega responsabilidade no ataque. Central nuclear de Zaporíjia está atenta aos avanços.
O corredor seguro para a exportação de cereais ucranianos foi restabelecido. Os ataques russos sentem-se por toda a Ucrânia e causaram a interrupção do fornecimento de energia à central, cujos reatores estão desligados.
O ataque fez explodir uma centena de janelas no edifício da central e provocou um breve corte de três linhas de alta tensão na central, segundo a Energoatom.
Presidente ucraniano garante que militares russos estão a “fugir em várias direções" mas diz que "exército necessita de fornecimento de vários tipos de armas".
Bombardeamento da última noite acabou por ditar a desconexão do reator 6 à rede, anunciou a empresa de energia atómica ucraniana, Energoatom.
Pelo menos cinco membros da organização deverão permanecer no interior da central nuclear até este sábado.
Agência nuclear ucraniana revela que os seis reatores ainda não estão ligados à rede elétrica ucraniana. Sistemas de segurança e refrigeração funcionaram com geradores.
O complexo está sob o controlo das forças russas desde março, mas a fábrica continua a ser gerida por técnicos ucranianos.