O que foi feito na arriba em Almada? Nada
Inês de Medeiros, presidente da câmara municipal, prometeu obras em maio para evitar novas derrocadas e deslizamentos de terra. Os concursos ainda estão por lançar.
Inês de Medeiros, presidente da câmara municipal, prometeu obras em maio para evitar novas derrocadas e deslizamentos de terra. Os concursos ainda estão por lançar.
Há prédios antigos, onde estavam ministérios, sem solução ainda. As obras continuam no Campus XXI. O MAI (o ministério...) mete água.
A Universidade Nova de Lisboa destaca-se nas compras à 25ª hora. Há mobiliário premium, um piano de 56 mil euros - e tangentes aos limiares financeiros que impõem mais escrutínio na contratação pública.
Um condomínio privado com piscina e descontos de 8% para quem comprar casa para viver, um T1 em Lisboa que custou 340 mil e rende 1.200 por mês aos novos donos, e um apartamento no Porto que valorizou 100 mil euros em dois anos - e ajudou a financiar uma nova moradia comprada por menos 47 mil euros do que pedia o anúncio.
Enquanto muitos portugueses estavam de férias, começaram a entrar em funcionamento novas regras destinadas a tornar mais transparente a relação entre quem decide e quem procura influenciar as decisões públicas.
A linha de alta velocidade deverá ligar Porto e Lisboa numa hora e 15 minutos em 2032, com paragens possíveis em Gaia, Aveiro, Coimbra e Leiria.
A travessia que liga Lisboa a Almada, "é objeto de inspeção e manutenção permanentes", garantiu a Infraestruturas de Portugal.
O Mosteiro de São Bento da Vitória era um antigo mosteiro beneditino e está inserido no bairro histórico do Porto com classificação de Património Mundial da UNESCO.
Em causa estão as obras realizadas num imóvel particular do ministro da Administração Interna, Luís Neves, na freguesia de São Teotónio.
Treinador português inicia nova etapa nos merengues
E ainda a saída de Nuno Coblanco da Secretaria de Estado da Cultura, bem como os arguidos da Madeira que faturam milhões.
A fatura com a nova sede da câmara municipal liderada por Isaltino Morais continua a derrapar, num caso de manual sobre o custo deslizante das empreitadas públicas.
A odisseia da chamada “Biblioteca Manguel” dura desde 2020, está longe de terminar e acaba de ter mais um capítulo: a autarquia mudou brutalmente o preço das obras necessárias.
Sim, e só para uma edição, pagos pela câmara de Pinhel, incluindo €75 mil só para criar a "narrativa" do evento. Como o poder local e o Estado Central gastam milhões todos os anos em adjudicações bizarras.
"Esta é uma oportunidade única" para médicos integrarem "um projeto clínico diferenciador e participar ativamente na construção do futuro da saúde no Alentejo".
O projeto para a construção de edifício de habitação foi licenciado no anterior mandato.