O ponto de não-retorno da imigração
A imigração é, agora, uma característica essencial da sociedade portuguesa.
A imigração é, agora, uma característica essencial da sociedade portuguesa.
A votação presencial no consulado pode ser feita a 07 e 08 de fevereiro.
Sob gritos de "A 8 de fevereiro, Ventura é primeiro", o candidato apoiado pelo Chega insistiu que os partidos do "sistema" estão a dificultar o voto dos emigrantes.
Num universo de 5.337 eleitores inscritos em Lugano, já votaram entre sábado e hoje a meio da manhã mais de 200 eleitores.
Abstenção pode ser elevada na diáspora.
Num jantar-comício em Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.
Perspetiva-se que o número de votantes deva diminuir relativamente às legislativas, devido à lei eleitoral.
No caso de existir uma segunda volta, os eleitores emigrantes poderão votar a 07 e 08 de fevereiro.
A legislação define que a escolha do Presidente da República pelos eleitores portugueses a residir no estrangeiro é feita presencialmente, no dia anterior ao marcado para a eleição e no próprio dia da eleição.
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
A operação de Natal dura entre 18 e 26 de dezembro e a de Ano Novo ocorre entre 27 de dezembro e 4 de janeiro.
As duas operações vão decorrer em duas fases: Natal, entre 18 e 26 de dezembro, e Ano Novo, entre 27 de dezembro e 4 de janeiro.
Comprar laranjas em Portugal pode custar o mesmo que em Lyon. E a fatura do supermercado chega a superar a de países mais ricos, como a Alemanha. Porquê?
Em 2023, a Suíça voltou a ser o principal país de destino para os portugueses, contabilizando-se 12.652 entradas, seguida por Espanha, com 11.554.
As alterações à lei de estrangeiros já foram aprovadas pelo parlamento e estão no Tribunal Constitucional a pedido do Presidente da República.
Há muitos portugueses que "pouco falam a língua" dos países de acolhimento, diz coordenador da Comissão da Juventude do Conselho das Comunidades Portugueses.