UE avisa que acordo de gasóleo russo traz "mais recursos" para alimentar a guerra
"Este não é o momento para aliviar a pressão sobre a Rússia e a Europa não o fará", declarou a alta-representante da UE para os Negócios Estrangeiros.
"Este não é o momento para aliviar a pressão sobre a Rússia e a Europa não o fará", declarou a alta-representante da UE para os Negócios Estrangeiros.
Ataque causou um incêndio num terminal responsável pelo armazenamento e bombagem de combustível da refinaria de Novoshakhtinsk, que já tinha sido atingida por drones ucranianos em julho.
A máquina vê mais, mais depressa e sem cansaço. Mas continua a não saber o que está a ver. É aí que começa, e não acaba, o trabalho do vigilante.
Hoje assinalam-se três anos desde o colapso do status quo no Médio Oriente. O ataque do Hamas revelou a arrogância da inteligência israelita, mas a resposta letal e isolada de Telavive expôs uma falência ainda maior: a da vontade política da comunidade internacional.
O falhanço russo na Ucrânia é tão óbvio que é preciso tirar o chapéu à capacidade de Putin pôr tanta gente na Europa a acreditar no contrário. Tudo se decidirá na Ucrânia e ainda não estamos a perceber isso verdadeiramente. Já Trump tem tido um segundo mandato num triplo fracasso: desastre política, disparate económico, erro moral.
Os "dois objetos" não entraram no espaço aéreo romeno e o alerta foi retirado ao início da madrugada.
Apoio incide sobre o setor energético ucraniano antes do inverno, além de mais defesas antiaéreas.
A visita ocorre apenas um dia depois de a Rússia ter apelado aos diplomatas e estrangeiros para que abandonassem Kiev.
Moscovo não adiantou o número de vítimas.
Luís Montenegro intervém no hemiciclo do Parlamento Europeu na terça-feira às 10:30 (09:30 em Portugal).
Recentes relatórios de inteligência alertaram para a possibilidade de navios da "frota fantasma" a operar ao serviço da Rússia serem utilizados para lançar drones contra países costeiros da UE. Um ataque deste género causaria pânico, mas vale a pena perguntar: o que ganharia realmente a Rússia?
Setembro foi marcado por avisos concertados de Estados europeus, e da NATO, sobre ataques russos. A Europa começa a alertar a opinião pública para a guerra. A ameaça é real, mas até onde irá Moscovo?
O surto de ébola no Congo que não está a abrandar e as habituais sugestões de fim de semana.
CIA avisou vários governos europeus de que a Rússia estaria a preparar-se para lançar ataques contra Espanha, França ou Itália. Para o especialista em relações internacionais José Filipe Pinto, a divulgação pública da ameaça torna provável o abandono dessa operação. Ainda assim, Moscovo poderá alterar a sua estratégia.
"Podemos desmentir esta informação, a CIA não enviou este aviso", frisou Macron numa entrevista conjunta às televisões TF1 e France 2.
País alertou ainda para a intensificação de ataques híbridos nos próximos meses.