Trabalhadores da Autoeuropa prometem continuar luta contra pacote laboral
Vão participar na manifestação da CGTP-IN convocada para 28 de fevereiro, em Lisboa.
Vão participar na manifestação da CGTP-IN convocada para 28 de fevereiro, em Lisboa.
São o elo mais fraco da era digital, pela precariedade (são falsos recibos verdes). O Supremo deu-lhes razão, como fez com Gabriel. À noite e ao frio, fez entregas de comida na sua motorizada e há quatro meses ganhou o processo – soube pela SÁBADO.
A escritora diz que esta eleição "tem características muito particulares".
O ex-líder do PS recorda que sempre defendeu que o PS devia apoiar um candidato nesta corrida em Belém, e saudou essa decisão do seu partido.
Professor concorre ao Palácio de Belém para estar ao lado do povo e lutar na defesa dos direitos laborais, dos reformados e das questões ecológicas.
Uns pais revoltavam-se porque a greve geral deixou os filhos sem aulas. Outros defendiam que a greve é um direito constitucional. Percebi que estávamos a debater um dos pilares mais sensíveis das democracias modernas: o conflito entre direitos fundamentais.
Torres Couto, João Proença, Carlos Silva e Mário Mourão apoiam o candidato.
A adesão do SPAC, disse, "fundamenta-se na rejeição total de uma reforma que, sob a capa da 'modernização', promove a precariedade e ataca a estabilidade".
De acordo com o presidente do SPAC, "não se trata de uma questão partidária ou corporativista, mas sim de defesa de direitos fundamentais dos trabalhadores".
Além das propostas do Governo para o pacote laboral Trabalho XXI, o sindicato aproveita a paralisação para recordar reivindicações antigas.
O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil marcou uma assembleia geral extraordinária para dia 5 de dezembro para decidir se vai participar no protesto contra o anteprojeto de revisão do Código do Trabalho.
FNAM apelou "à participação de todos os médicos, afirmando que a defesa dos direitos laborais é inseparável da defesa da profissão médica e do SNS".
Campanhas dirigidas contra Mariana Mortágua mais não são do que inequívocos actos de misoginia e homofobia, e quem as difunde colabora com o que de mais cobarde, vil e ignóbil existe na sociedade portuguesa.
Carlos Cortes, diz que decisões estruturais como alterar a lei laboral "devem valorizar o papel da mulher e das crianças na sociedade, incentivar a natalidade e garantir o bem-estar das famílias".
A queda do socialismo enquanto força dominante em muitos países europeus não se deu de forma abrupta, mas através de um processo gradual de desgaste.
Onde o PS falhou em dar respostas concretas, o Chega apareceu com frases feitas, culpados fáceis e soluções simples, ainda que perigosas e muitas vezes antidemocráticas.