PJ faz buscas na Câmara de Aveiro por suspeitas de prevaricação e violação urbanística
Diligências visaram a recolha de elementos probatórios de natureza documental e digital.
Diligências visaram a recolha de elementos probatórios de natureza documental e digital.
Além dos casos que estão em inquérito, houve dezenas de adjudicações a empresas que tinham os mesmos sócios, como se fossem concorrentes. Gouveia e Melo nega ter tido conhecimento de quem eram os donos
O processo envolve 10 arguidos, dos quais seis estão em prisão preventiva. Traficava-se haxixe, cannabis, cocaína e MDMA.
Na sequência da notícia avançada em exclusivo pela SÁBADO.
Maioria dos problemas que afetam o sistema judicial português transita, praticamente inalterada, de um ano para o outro. Falta de magistrados do Ministério Público e de oficiais de justiça continua a ser uma preocupação central. A esta escassez humana soma‑se a insuficiência de meios materiais e tecnológicos.
"Espero que não seja mais um daqueles casos da chamada campanha suja que alguns dos órgãos de comunicação social têm feito eco", disse o candidato.
"Venham-me acusar na cara e com provas de que tive ganhos diretos", desafiou o candidato presidencial.
Em causa, 57 contratos aprovados pelo agora candidato presidencial. Tribunal da Relação acusou-o, em 2018, de fabricar notícias nos jornais. Emails mostram guerras e jogos de bastidores
A informação reunida pela Polícia Judiciária "indiciava perigo de fuga iminente".
PJ deteve a 14 de dezembro, no Aeroporto Figo Maduro, o chefe de protocolo de Sissoco Embaló, por suspeita de contrabando e branqueamento de capitais.
A Transtejo Soflusa foi esta quarta-feira alvo de buscas por suspeitas de fraude na obtenção de subsídios, estando em causa 17 milhões de euros.
Rede criminosa em causa utilizava o sistema bancário nacional para sustentar o processo de branqueamento.
O DIAP de Vila Nova de Gaia está a investigar o rapto do bebé que entretanto já foi entregue a uma instituição.
Em causa desvio de dinheiro e uso indevido de carros.
Entre os detidos estão sete empresários, uma advogada e uma funcionária do ministério dos Negócios Estrangeiros.
A CNE considerou que não havia "ilícito eleitoral", mas o MP entendeu que podia haver indícios de crime nos cartazes.