OMS desaconselha medicamentos e cirurgia para obesidade em menores de 10 anos
A recomendação faz parte das primeiras orientações globais da OMS para o tratamento integrado da obesidade em crianças e adolescentes.
A recomendação faz parte das primeiras orientações globais da OMS para o tratamento integrado da obesidade em crianças e adolescentes.
Prémio foi atribuído "pelas suas descobertas relativas aos canais iônicos ativados pela luz à optogenética".
A newsletter de sexta-feira.
Segundo um estudo do Imperial College de Londres.
Mais de um quarto dos adultos portugueses vive com obesidade, uma doença crónica, complexa e multifatorial que a sociedade trata como uma escolha. No MAAT Central, conta-se o outro lado da história: os desafios e a esperança na primeira pessoa.
Especificamente, o vale do Ruhr, na Alemanha, e o vale do Po, no norte da Europa, bem como grandes cidades europeias como Londres, Paris e Varsóvia, apresentam as concentrações mais elevadas.
As doenças crónicas mais reportadas pelos utentes são hipertensão arterial (42%), seguida de artrose ou dores persistentes nas costas ou articulações (32%).
PJ do Porto estima que 50% do custo do Estado como o remédio para a diabetes será alvo de fraude.
Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação
Recebeu o diagnóstico de diabetes tipo 1 em 1950, quando ainda se fervia a urina em tubos de ensaio para medir a glicose. Deram-lhe apenas uma década de vida, mas já completou 75 anos com a doença.
O Ozempic obteve autorização de comparticipação para o "tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2, insuficientemente controlada, com IMC igual ou superior a 30 kg/m2 ou risco elevado de doença cardiovascular".
De acordo com uma projeção dos investigadores, doentes voltam ao seu peso inicial em média em 18 meses.
O rastreio precoce da doença permite evitar complicações graves e, muito em breve, atrasar a sua progressão. Sara, 6 anos, soube um ano antes de começar as injeções.
Doença afeta mil milhões de pessoas em todo o mundo.
Cuidar da saúde começa por voltar a dar ao corpo aquilo para que ele foi feito: mover-se.
Alarmado por ver cada vez pior, a estrela britânica acredita que a causa sejam as injeções que toma para perder peso.