Stresse e problemas psicológicos no trabalho custam 1,5 ME por hora às empresas
Segundo um relatório da Ordem dos Psicólogos Portugueses.
Segundo um relatório da Ordem dos Psicólogos Portugueses.
Num artigo de opinião publicado esta quarta-feira no Público, o antigo ministro das Finanças e ex-governador do Banco de Portugal refere que a diferença entre o crescimento da despesa e o da receita durante o mandato de Montenegro já supera a dos Governos de Sócrates.
É o algodão que se celebra hoje, dia 7 de outubro. Mas a variedade de assuntos homenageados ao longo do ano é grande: vai da batata, à luta contra o racismo, até à sanita.
Mesmo com o apoio face ao preço dos combustíveis, despesas são muito altas.
Há, em França, uma mão cheia de razões para o descontentamento de toda a gente.
Advertem, porém, que isso não deve ser feito "em detrimento de políticas consagradas nos tratados".
Segundo um relatório do Conselho das Finanças Públicas, publicado em junho, a contratação de serviços médicos continuou a assumir um "peso relevante em 2025", evidenciando a persistência de "constrangimentos na capacidade de resposta do SNS com recursos próprios".
O problema das contas públicas que ninguém quer resolver, e de que quase ninguém se atreve a falar na clique político-mediática, é este: o Estado gasta demasiado.
O Portugal do poder, que sempre odiou o hacker e denunciante, abandona-o no momento mais precário.
O Governo aprovou em Conselho de Ministros o prolongamento dos apoios ao gasóleo agrícola até final do ano.
Originalmente construído no século XVIII, o teatro foi gravemente danificado pela depressão que afetou o concelho de Leiria. Reabre dia 3 de outubro, com um recital do pianista Pedro Burmester.
Autarquia governada pela AD e Chega pagou 175 mil para festa de inauguração de uma escola e 530 mil por festival "pela paz" que durou uma noite com o padre Guilherme.
A política portuguesa tornou-se monótona – a oposição também aposta só no “dar”. O Chega quer dar tudo o que puder, o PS, mais seletivo, quer dar nos impostos dos combustíveis e no IVA zero no cabaz alimentar (mesmo que este dê mais a ricos do que a pobres, não interessa, o verbo chave é dar). O vocabulário político nacional fala de reformas e reformas agora, é isto: dar qualquer coisinha ou criar a aparência de que se dá qualquer coisinha.
As notícias acerca de roubos de peças valiosas em museus não param de surgir. Por enquanto, Portugal está fora da mira dos assaltantes. Mas, e se for por cá?
Montante é destinado à aquisição de mísseis e drones.
"O primeiro-ministro fará uma declaração na Residência Oficial", refere uma nota do gabinete do chefe do Governo PSD/CDS-PP.