Montenegro pede "resposta coordenada" na UE contra aumento do custo de vida
"A capacidade de resposta europeia deve fazer a diferença", defendeu o primeiro-ministro em Estrasburgo.
"A capacidade de resposta europeia deve fazer a diferença", defendeu o primeiro-ministro em Estrasburgo.
Longe vão os tempos em que Montenegro não confiava informações e decisões a Marcelo. Com Seguro, as conversas ficam privadas, há confiança e uma dependência mútua.
Destaca-se apenas a voz do Presidente da República, que na educação como na saúde, tem vindo a promover a necessidade de aproximação partidária e política entre quem pode contribuir para resolver alguns destes problemas estruturais.
Hugo Soares dirigiu-se diretamente a José Luís Carneiro: "A sua política económica é um erro, a sua política económica é assistencialista, a sua política económica é a pensar nas sondagens".
Paulo Raimundo voltou a criticar a iniciativa do Chega por ser centrada nas polémicas que envolvem Luís Neves e não na política do Governo.
Primeiro-ministro criticou a "falsidade e demagogia" sobre este assunto.
França também já manifestou a sua preocupação com o sucedido nos últimos dias.
"Foi este governo que resolveu o problema da imigração em Portugal", concluiu o líder da bancada parlamentar do PSD, defendendo que o País e os portugueses estão atualmente numa situação melhor do que aquela herdada há dois anos.
Os falhanços dos governos presididos por Luís Montenegro são evidentes e, pior do que isso, são muito graves, estando até, com a sua rendição ao programa político do Chega, a violar os direitos humanos fundamentais e a pôr em causa a Democracia.
Mais de 25.000 cidadãos de vários países africanos - Maláui, Zimbabué, Moçambique, Nigéria, Gana, entre outros - fugiram nas últimas semanas, sobretudo em autocarros fretados pelos seus países ou pela África do Sul.
"Saiu-nos do pelo, mas valeu bem a pena. Nos últimos tempos não temos tido a vida fácil, aproveitemos agora para festejar", sublinhou.
Paulo Raimundo defendeu que “o que vai derrotar o pacote laboral vai ser a continuação da luta dos trabalhadores” e disse que o seu partido vai estar “atento a manobras e golpadas do ponto de vista institucional”.
A tentativa de esvaziar o Tribunal de Contas e entidades da transparência e contas partidárias é um grave atentado à qualidade da democracia.
Pacheco Pereira teve, por breves instantes, argumentação factual, mas sobretudo conseguiu fazer prova de vida, mantendo a aura intacta para as tertúlias e conferências. Já Ventura voltou a incendiar os ânimos das suas hostes nesse combate contra tudo o que não seja slogan do Chega.
Para já, é a Demagogia que está a ganhar. Como, aliás, está a acontecer por todo o Mundo. Bem nos avisou o grego Aristóteles de que a Democracia pode, muito facilmente, degenerar em Demagogia. E ele viveu entre 384 e 322 a.C..
Líder do PS acusa o Governo de estar a "ceder aos temas" do Chega.