Lula da Silva diz que elevada dívida pública do Brasil não é motivo de "pânico"
Devido às elevadas reservas internacionais de que o país dispõe.
Devido às elevadas reservas internacionais de que o país dispõe.
Trata-se de um valor recorde desde o lançamento deste serviço digital.
A agência que gere a dívida pública conseguiu angariar todo o montante que pretendia. Apesar do custo não se ter alterado face às emissões comparáveis a procura aumentou.
Depois da notícia do excedente até ao terceiro trimestre, Ministério das Finanças anunciou o pagamento antecipado de 2,5 mil milhões de euros emprestados pela Troika. Permitirá poupança de juros e suavizar perfil de reembolsos da dívida pública.
Miranda Sarmento defendeu que este o Governo segue num "caminho marcado pela transformação mas com a marca de equilíbrio das contas públicas e redução da dívida", no debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2026.
"Dadas as dificuldades do crescimento a longo prazo e das mudanças demográficas, os riscos para a sustentabilidade da dívida pública continuam significativos a médio e longo prazo", refere o relatório anual.
A Casa Branca tem reagido com agressividade a qualquer crítica sobre o agravamento da dívida pública sob a liderança de Trump, apesar de esta ter aumentado significativamente durante o seu primeiro mandato, após os cortes fiscais de 2017.
Agência de notação financeira acredita que trajetória de redução da dívida pública deverá manter-se, no entanto, vê na ascensão do partido de André Ventura um risco para mais despesa pública.
"Temos boas notícias do ponto de vista da execução orçamental, há um superavit robusto que nos permite continuar a reduzir a dívida pública de forma consistente", reiterou Joaquim Miranda Sarmento.
O primeiro-ministro destacou indicadores positivos da economia portuguesa, incluindo o crescimento económico, o excedente orçamental e a redução da dívida pública.
A agência de ratings canadiana foi a primeira a pronunciar-se sobre a avaliação de Portugal este ano, colocando a notação soberana do país no quinto patamar mais elevado, assinalando a "notável redução da dívida pública" e o "forte desempenho orçamental".
"O País estava na situação que estava", disse Sérgio Monteiro, sublinhando que havia necessidade de "maximizar o encaixe financeiro" e abater a dívida pública.
O rácio da dívida pública caiu para 99,1% em 2023, destacou a agência, que antecipa uma continuação da trajetória de redução nos próximos anos, ainda que a um ritmo "mais lento".
Os economistas Mariana Esteves e Rui Maciel abordam este tema depois de a dívida pública portuguesa ter ficado abaixo dos 100%.
Governador do Banco de Portugal sublinhou que esta redução "não é um epifenómeno, não é uma situação que acontece por acaso", mas que "resulta de um esforço que passa pelas famílias, empresas e, necessariamente, pelo Estado".
A Fitch justificou a decisão com a queda "sustentada" do rácio da dívida pública face ao Produto Interno Bruto (PIB) e a evolução do saldo orçamental.