Lavrov chega à Índia para reunião com BRICS focada na guerra no Irão e crise energética
O ministro dos Negócios Estrangeiros russo acusou Washington de tentar bloquear o comércio dos seus concorrentes.
O ministro dos Negócios Estrangeiros russo acusou Washington de tentar bloquear o comércio dos seus concorrentes.
O Irão bloqueia o estreito de Ormuz desde o início da ofensiva israelo-americana, a 28 de fevereiro, perturbando fortemente a economia mundial, e criando uma crise energética que tarda em ter um fim.
O comissário europeu para os Transportes Sustentáveis e Turismo, Apostolos Tzitzikostas, apelou, esta quarta-feira, aos turistas e viajantes para que mantenham os seus planos de férias, garantindo proteção em caso de perturbações. Este aviso surge num contexto de receios sobre o impacto da crise energética no setor das viagens.
A UE importa a maior parte do petróleo e gás que consome, o que a torna altamente exposta a choques externos como a atual crise energética.
A medida consta de um pacote de medidas divulgado pelo executivo comunitário para fazer face à crise energética causada pela guerra na região do Médio Oriente.
O executivo vai sugerir medidas que os Estados-membros podem adotar e que têm já impacto, como recorrer a alternativas ao carro como bicicletas partilhadas, zonas sem viaturas, partilha de automóveis, mais veículos elétricos e maior incentivo à utilização de transporte público.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou, esta terça-feira, para o facto de que o conflito no Médio Oriente está a provocar uma crise energética global sem precedentes recentes. As declarações foram proferidas durante uma conferência sobre o clima, em Berlim, na Alemanha, em que participou remotamente.
Imagens divulgadas pelos meios de comunicação social estatais iranianos mostram navios no Estreito de Ormuz. O contínuo bloqueio do Estreito ameaça agravar a crise energética mundial, à medida que a guerra entra na oitava semana.
O diretor-executivo da Agência Internacional de Energia, Faith Birol, disse, esta quinta-feira, em entrevista à AP, que a Europa tem “talvez combustível de aviação suficiente para umas seis semanas” e destacou que esta é a “a maior crise energética que já enfrentámos na história”, devido ao bloqueio no Estreito de Ormuz.
Líder da IL acusou Luís Montenegro de falar "de forma quase desrespeitosa" em relação à subida da receita fiscal.
Primeiro-ministro recusou as acusações.
Trump criou o problema e não sabe como sair dele. Desconversa, mente, insulta aliados, decreta mudança de regime em Teerão que, obviamente, não aconteceu. Enquanto isso, está lançada a crise energética e a pressão inflacionista. O Presidente dos EUA é uma desgraça. E está cada vez mais difícil encontrar eufemismos para disfarçar esta evidência. Por muito que haja quem não se importe de continuar a cair no ridículo
Presidente da Comissão Europeia apela à união de todos e a um espírito de "estabilidade e resistência".
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, apresentou, esta quarta-feira, um plano para mitigar o impacto da crise energética agravada pela guerra no Médio Oriente. As medidas incluem a redução nas faturas por agregado familiar e o investimento em energia renovável produzida internamente para reduzir a dependência externa.
A chegada deste navio, que transporta mais de 700 mil barris de crude, ao principal porto petrolífero do país trará algum alívio à crise energética e económica da ilha caribenha.
Houthis do Iémen apoiam Irão e estão a postos para fechar a passagem que no Médio Oriente tem sido a alternativa a Ormuz.