Eleições antecipadas no Reino da Dinamarca: Frederiksen testa força nas urnas
O país vai ter eleições antecipadas na próxima terça-feira, a pedido da atual primeira-ministra que parece querer testar a sua crescente popularidade.
O país vai ter eleições antecipadas na próxima terça-feira, a pedido da atual primeira-ministra que parece querer testar a sua crescente popularidade.
“Decidi afastar-me e permitir que os nossos extraordinários líderes guiem o restaurante para o próximo capítulo”, referiu René Redzepi.
Presidente ucraniano referiu também existirem "linhas de produção no Reino Unido".
Veteranos da Dinamarca concentraram-se esta semana à porta da embaixada dos Estados Unidos em Copenhaga para protestar contra alegadas ameaças de tentativas de tomada de controlo da Gronelândia. Os participantes expressaram preocupação com a soberania da ilha e apelam a garantias políticas.
Hjulmand chorava quando perdia, só cresceu aos 16 anos e saía à noite com os amigos. Froholdt quebrava recordes nos testes físicos e era introvertido. Oriundos dos arredores de Copenhaga e formados no mesmo clube, os dois médios estão a arrasar no futebol português.
Nunca se ouviu falar tanto da Gronelândia como agora, mas os primeiros registos de habitantes da “terra verde" remetem à pré-história.
O líder russo lembrou ainda que esta questão "não diz respeito" à Rússia e manifestou a sua convicção de que Washington e Copenhaga chegarão a acordo.
O ministro dos Negócios Estrangeiros dinamarquês considerou "positivo" que Donald Trump tenha afastado o uso da força, mas lembrou que "a intenção de controlar a Gronelândia permanece". "O problema não desapareceu", frisou.
Os dois grupos aterraram na segunda-feira à noite em Kangerlussuaq (oeste) e na capital, Nuuk, segundo as cadeias de televisão TV2 e DR.
Com as tensões entre Copenhaga e Washington a escalarem, o governo dinamarquês enviou esta segunda-feira mais uma centena de militares para a Gronelândia. Os representantes do país nórdico cancelaram também a presença no Forum Económico Mundial, em Davos.
Manifestantes juntaram-se em na capital dinamarquesa para criticar a intenção dos EUA de assumir controlo da Gronelândia, apelando ao respeito pela soberania do território.
O impasse sobre o futuro da maior ilha do mundo mantém-se. O Presidente norte-americano tem insistido repetidamente que os EUA precisam de controlar o território, uma ambição que tem sido rejeitada repetidamente pelos dinamarqueses e pelos gronelandeses.
O líder norte-americano tem preocupado os aliados ao recusar-se a descartar o uso da força militar para tomar à Dinamarca este território autónomo, membro da NATO.
A Gronelândia, uma vasta ilha ártica com uma população de 57.000 habitantes, possui recursos minerais significativos, a maioria dos quais ainda inexplorados, além de uma localização estratégica.
No passado o governador do estado norte-americano da Louisiana, Jeff Landry, defendeu que território autónomo dinamarquês da Gronelândia deveria fazer parte dos Estados Unidos.
A possível adesão, avançada pelo FT, significaria uma mudança radical na abordagem que o bloco tem tido no que toca à entrada de novos Estados-membros.