O financiamento dos neonazis 1143
A origem do dinheiro do grupo de Mário Machado e o atraso das indemnizações da Igreja Católica estão entre as manchetes desta quarta-feira
A origem do dinheiro do grupo de Mário Machado e o atraso das indemnizações da Igreja Católica estão entre as manchetes desta quarta-feira
O chefe de Estado chegou a Roma no domingo ao fim do dia, e jantou com o Presidente de Itália, Sergio Mattarella.
José Ornelas espera que a data "desperte no coração de cada um" o "desejo de construir uma sociedade mais justa".
O comunicado da associação surge após o Grupo VITA ter divulgado que o número de pedidos para indemnizações aumentou para 93 e que o processo de análise e entrevistas deverá estar concluído no início de 2026.
À data de hoje "foram apresentados 89 pedidos de compensação financeira".
"O pagamento das compensações financeiras será feito com recurso a um fundo da Conferência Episcopal Portuguesa, e que contará com o contributo solidário das Dioceses e dos Institutos de Vida Consagrada", avançou a CEP.
Comissões de instrução avaliaram até ao momento o caso de 68 pessoas, refere o grupo Vita.
Em Roma desde 2011, Carlos Azevedo exerce as funções de delegado do Comité Pontifício para as Ciências Históricas. Em 2013, foi suspeito de assédio sexual a membros da Igreja, mas na altura o Vaticano negou ter sido instaurado um processo disciplinar.
Motivos do processo são desconhecidos.
"O Santo Padre aceitou a renúncia ao cargo de núncio apostólico em Portugal apresentada por monsenhor Ivo Scapolo, Arcebispo Titular de Tagaste", por limite de idade, refere o boletim da Santa Sé.
O Vaticano já referiu que o Conclave, que decidirá quem será o próximo Papa, será realizado durante o mês de maio.
Já foram ouvidas 32 pessoas, estando previsto que este trabalho continue até ao mês de julho, cabendo depois à comissão de instrução da Igreja Católica a responsabilidade de decidir a resposta a dar.
Estes pedidos de compensação financeira para as vítimas de abusos sexuais na Igreja católica estão a ser analisados por duas comissões, uma das quais avalia os factos e outra os montantes a atribuir, de acordo com o regulamento publicado em julho de 2024.
Até 21 de janeiro, data do balanço anterior, tinham pedido ajuda 118 pessoas, menos seis do que atualmente.
Até ao momento, foram instruídos oito processos, mas o grupo VITA considera que é necessário ter uma "amostra adequada" para discutir os valores das compensações a pagar.
Segundo Rute Agulhas algumas das vítimas "querem só desabafar, partilhar, quebrar o segredo que em média dura 40 anos", sublinhando que a maior parte dos casos estão prescritos, porque "já aconteceram há muito tempo".