O país com a lei em suspenso
A Guiné-Bissau está refém de uma Junta militar que está prestes a alterar a Constituição. O golpe de Estado terá sido encenação para reforçar os poderes de Umaro Sissoco Embaló.
A Guiné-Bissau está refém de uma Junta militar que está prestes a alterar a Constituição. O golpe de Estado terá sido encenação para reforçar os poderes de Umaro Sissoco Embaló.
A advogada Mafalda Coimbra considera que a lei portuguesa "está bem formulada". Ainda assim, ainda existem muitos trabalhadores que continuam a responder a mensagens e emails fora do horário de trabalho ou durante as férias: "Existe medo de represálias".
Na sequência dos cortes no abastecimento de água à população.
O PS disse à Lusa que tem, "há muito, conhecimento de vários relatos e queixas de munícipes que sentiram dificuldade ou mesmo impedimento em assistir e participar nas reuniões públicas sem razão atendível".
Apesar do voto contra do PSD, CDS-PP e IL, esta iniciativa passou graças aos votos favoráveis do PS e Chega, a que se juntaram os restantes partidos, com a exceção do PCP, que se absteve.
"No dia em que, por absurdo, tivesse de cortar pensões, demitir-me-ia. Reassumo aqui e agora este compromisso de honra", afirmou.
Já agora, que tal definir muito claramente qual o momento a partir do qual podemos afirmar que Portugal passou a existir como país independente?
Para José Luís Carneiro, o país assistiu a uma tentativa de entendimento formal à direita que acabou por falhar no momento da votação parlamentar da revisão laboral.
Mariana Leitão disse que o Chega apresenta-se como "força de rutura, mas votou com toda a esquerda quando chegou o momento de decidir".
O SNPVAC congratula-se por ter estado "na linha da frente na defesa dos seus associados e dos trabalhadores portugueses", recordando que aderiu às greves gerais.
Rosário Palma Ramalho considerou que se perdeu "uma oportunidade histórica" para Portugal.
Proposta foi chumbada, esta sexta-feira, com os votos contra de todos os partidos à esquerda e do Chega.
"Ou aceitam proteger quem trabalha, ou aceitam corrigir a imoralidade da idade da reforma e das reformas milionárias, ou não contam connosco!", indicou.
Análise de Diana Ramos, diretora do Negócios, e de Alexandre Malhado, jornalista da SÁBADO.
CDS, IL e o PSD votaram a favor da iniciativa legislativa, que acabou por ser rejeitada.
Proposta de lei do Governo foi rejeitada na generalidade.