Irão: Míssil iraniano atinge cidade israelita de Arad e faz pelo menos 59 feridos
De acordo com os primeiros relatórios, no ataque a Arad, o míssil atingiu o centro da cidade e vários edifícios residenciais.
De acordo com os primeiros relatórios, no ataque a Arad, o míssil atingiu o centro da cidade e vários edifícios residenciais.
O secretário-geral do PS tenciona abordar a libertação dos detidos políticos luso venezuelanos e a situação da comunidade portuguesa.
Líder do Chega diz que o partido escolheu o juiz desembargador Luís Brites Lameiras, "um homem de diálogo e bons valores".
A repórter morreu, aos 23 anos, quando recebeu no seu escritório um envelope bomba, que detonou quando o tentou abrir.
A questão da navegação de navios japoneses pelo estreito de Ormuz foi abordada em conversas recentes de Araqchi com o homólogo japonês, Toshimitsu Motegi.
Segundo o observatório para o comércio global, Kpler.
A administração norte-americana e o Governo de Cuba continuam a negociar acerca da raiz do bloqueio energético imposto por Trump à ilha, após a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, em 03 de janeiro.
A emissora de rádio, fundada em 1927, despedir-se-á no próximo dia 22 de maio e encerrará as suas "aproximadamente 700 estações".
O Irão reagiu à ofensiva militar lançada por Israel e pelos Estados Unidos com ataques contra países do Médio Oriente com bases militares norte-americanas.
Ainda assim Luís Montenegro admitiu que o facto de Portugal poder ter défice "não significa estar num procedimento de défice excessivo ou num procedimento de desequilíbrio".
Trump diz que desconhecia por completo esta operação de Israel, contudo, não é isso que revelam algumas fontes. Segundo autoridades americanas, o presidente "aprovou o ataque para pressionar o Irão a desbloquear o Estreito de Ormuz".
Mais de 500 mil israelitas vivem na Cisjordânia, excluindo Jerusalém Oriental, entre cerca de três milhões de palestinianos, em colonatos que as Nações Unidas consideram ilegais à luz do direito internacional.
Uma operação policial nas favelas do Rio de Janeiro matou, esta quarta-feira, oito pessoas, entre eles o chefe do crime Claúdio Augusto dos Santos. As autoridades dizem que várias armas foram apreendidas e que a ação provocou confrontos e ataques em retaliação na cidade.
O primeiro-ministro considera que o ataque foi "uma violação absolutamente grosseira, injustificada, inaceitável dos direitos mais elementares do ser humano".
Recebeu ameaças de morte, os filhos não querem ser vistos com ela e não consegue arranjar emprego na área dos recursos humanos. Em entrevista a Oprah relata a “diferença gigante” na forma como ambos foram tratados na sequência dos acontecimentos.
O primeiro-ministro, durante o debate quinzenal na Assembleia da República, afirmou que foi uma "autorização condicionada" e que Portugal não esteve envolvido na "ação militar".