Seis detidos após manifestação na greve geral presentes a tribunal na sexta-feira
Os seis detidos são cinco homens e uma mulher. São suspeitos da prática do crime de resistência, coação e ainda dano.
Os seis detidos são cinco homens e uma mulher. São suspeitos da prática do crime de resistência, coação e ainda dano.
A normalização do serviço está prevista para as 06:30 de quinta-feira.
Normalização do serviço está prevista para as 6:30 de quinta-feira.
Há cada vez mais adesão à greve geral marcada para esta quarta-feira, 3 de junho.
O acórdão determina o "funcionamento, em 50% do seu regime normal, das carreiras 703, 708, 717, 726, 735, 736, 738, 751, 755, 758, 760 e 767".
Adicionalmente, a comissão da CGTP exige "respeito pelas recomendações de saúde maternoinfantil", "políticas construídas com famílias e trabalhadores, e não contra eles" e rejeita o pacote laboral do Governo, por ser "lesivo de direitos e garantias constitucionais".
A greve geral convocada pela CGTP encontrou adesão em vários setores, da saúde e educação aos transportes. Está marcada para o início do próximo mês.
O Governo aprovou na semana passada em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.
Entrega do pré-aviso acontecerá dias depois de o Governo ter dado por terminado as negociações da reforma laboral.
Muitos portugueses aproveitaram o feriado do Dia do Trabalhador para se fazerem ouvir e foram milhares as pessoas que saíram à rua para se juntarem às celebrações. Em Lisboa, a habitual manifestação convocada pela CGTP-IN percorreu a Avenida Almirante Reis, entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henriques.
A intersindical garantiu que os trabalhadores vão também lutar pela “derrota do pacote laboral”, que referiu ilustrar que o executivo de Luís Montenegro serve apenas “os interesses dos grandes patrões”.
Vão participar na manifestação da CGTP-IN convocada para 28 de fevereiro, em Lisboa.
Dirigente da CGTP criticou o líder do Chega por estar "sempre a falar de rendimento mínimo e nunca fala do rendimento máximo".
O secretário-geral salientou que os dados relativos à falta de docentes confirmam o agravamento da situação.
Candidato defende que "neste momento não estão reunidas as condições para uma lei [laboral] passar".
Primeiro-ministro assegura que "não há que ter medo" na nova lei.