"Pessoas não sentem que há um cessar-fogo em Gaza": acordo foi declarado há um ano mas ataques continuam
Desde a declaração do acordo, mais de 1.400 pessoas morreram na Palestina. Os ataques militares não terminaram e a precariedade é crescente.
Desde a declaração do acordo, mais de 1.400 pessoas morreram na Palestina. Os ataques militares não terminaram e a precariedade é crescente.
Presidente ucraniano considera que este alívio vai contribuir para Vladimir Putin "travar a guerra durante mais tempo".
A newsletter de quarta-feira.
Assinala-se esta quarta-feira o terceiro ano desde o ataque levado a cabo pelo Hamas que desencadeou a guerra.
Exército e Shin Bet dizem que "eliminaram o terrorista Saher Nidal Latfi Sakr".
Depois de os Estados Unidos terem rejeitado uma proposta de paz de Teerão.
Trump anunciou que rejeitou o plano de sete dias apresentado por Teerão para reabrir a passagem marítima, que está bloqueada pela guerra.
Abbas Araghchi, ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, disse que as etapas demorariam cerca de quatro a cinco dias a concluir e que o estreito estaria aberto no sexto dia.
Primeiro-ministro afirmou ainda que “urge pôr fim aos conflitos que se arrastam”.
Tradicionalmente os líderes norte-americanos não recebem outros chefes de Estado no aeroporto e preferem encontrá-los na Casa Branca.
A intervenção está prevista para o início da tarde em Nova Iorque (menos cinco horas do que em Lisboa).
Chefe de Estado terá audiência com o Papa Leão XIV na quinta-feira.
O filme "revela com detalhe os sistemas por detrás do assassinato em massa, deliberado e calculado, de civis palestinianos em Gaza", indica a distribuidora Nitrato Filmes.
Líderes dos 193 Estados-membro reúnem-se esta semana em Nova Iorque.
Pelo segundo ano consecutivo, a Administração norte-americana negou vistos a uma delegação palestiniana de alto nível que pretendia participar na reunião anual de líderes mundiais nas Nações Unidas.
De Kneecap a Macklemore, passando pela polémica em torno do festival MEO Commedia a La Carte Fest, os artistas têm-se manifestado publicamente sobre o conflito entre Israel e Palestina, o que já levou ao cancelamentos de espetáculos. Joana Manuel, atriz e membro do Sindicato dos Trabalhadores de Espectáculos, do Audiovisual e dos Músicos, relembra que a "relação [entre a política e a cultura] é direta e natural".