Relatório da Presidência aponta prioridades para zonas afetadas pelas tempestades
O relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país aponta prioridades imediatas ao país, outras de médio prazo e ainda linhas estratégicas para o futuro.
O relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país aponta prioridades imediatas ao país, outras de médio prazo e ainda linhas estratégicas para o futuro.
Moçambique iniciou a introdução da vacina em 2024, pela província da Zambézia, centro do país, por ter "critérios muito relevantes" quando se fez a estratificação de priorização para introdução do medicamento, tendo em dezembro de 2025 expandido para oito províncias.
O último caso aconteceu na noite do sábado, quando Anselmo Vicente, coordenador do partido no Chimoio, centro do país, foi atingido mortalmente a tiro.
Ana Abrunhosa foi com a lição bem estudada. Surgiu com o colete da proteção civil, sublinhando visualmente o contexto que justificava a oportunidade: as cheias que devastaram a zona centro do país. Foi uma escolha cénica eficaz.
"Amor ao Centro" é o nome do espetáculo, de apoio às vítimas da depressão Kristin, que afetou fortemente a região Centro do País. Marisa Liz, Iolanda, Joana Espadinha e Surma vão participar.
Não me parece haver qualquer negligência especial face à tempestade que devastou o centro do país. A queixa é tão previsível e tão expectável que mesmo que tudo fosse perfeito haveria sempre críticas.
Perante a previsão de chuva extrema, o Ministério do Ambiente e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) têm estado a realizar descargas preventivas nas barragens há mais de 15 dias.
No quarto dia oficial de campanha eleitoral.
Tempestade faz-se sentir sobretudo no centro do País. Autarcas referem que reconstrução poderá demorar vários meses. Foram registadas milhares de ocorrências por todo o País.
O conflito, que dura há mais de dois anos, causou a morte de pelo menos 40 mil e forçou 12 milhões de pessoas a abandonar as suas casas.
Só entre dezembro e março, o país já foi atingido por três ciclones, que, além da destruição de milhares de casas e infraestruturas, provocaram centenas de mortos no norte e centro do país.
Os incêndios voltaram a fustigar Portugal este verão, em particular o norte e centro do país. Até ao momento, a área ardida já é 18 vezes superior à do ano passado.
Com até 2.000 operacionais ativos a combater sete focos no norte e centro do País, as perspetivas são de que a situação piore nas próximas semanas, diz Xavier Viegas.
Mau tempo provocou 265 ocorrências no Norte e Centro do País.
O norte e o centro do País vão ser as áreas mais afetadas.
Na última semana, o norte e centro do País enfrentou os piores incêndios desde 2017. A SÁBADO falou com um comandante cujas equipas estiveram nas frentes do incêndio de Oliveira de Azeméis e Albergaria-a-Velha.