Advogado diz que Boaventura de Sousa Santos vai reagir ao arquivamento de queixa por difamação
Contra o grupo de 13 académicas do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, que o têm acusado de assédio.
Contra o grupo de 13 académicas do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, que o têm acusado de assédio.
Em entrevista Boaventura de Sousa Santos diz que as denúncias de assédio sexual de que foi alvo têm por base sentimentos de "vingança" e negou a necessidade de pedir perdão.
Sob o pseudónimo de Carlos Vale Ferraz, Matos Gomes assinou vários romances em que estava patente a temática africanista, nomeadamente no contexto da Guerra Colonial.
Investigador foi visado num capítulo do livro "Má conduta sexual na Academia - Para uma Ética de Cuidado na Universidade", onde três investigadoras que passaram pelo CES também acusaram Boaventura de Sousa Santos de assédio.
Os dados sobre assédio publicados em Portugal são, apesar de escassos, deveras preocupantes.
São mais de uma dezena e “chegaram-se à frente” quando o sociólogo e fundador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra negou os primeiros relatos de abusos publicados no ano passado em livro. A SÁBADO ouviu os relatos de assédio moral, assédio e abuso sexual que garantem ter vivido no CES.
São mais de uma dezena e “chegaram-se à frente” quando o sociólogo e fundador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra negou os primeiros relatos de abusos publicados no ano passado em livro. A SÁBADO ouviu os relatos de assédio moral, assédio e abuso sexual que garantem ter vivido no CES.
A parte contrária terá "alguns dias para oferecer documentos", ficando depois com "alguns dias para responder", explicou o advogado do investigador.
Com esta ação em tribunal, o investigador procura assegurar a proteção do seu bom nome e honra, face às acusações de assédio do coletivo de mulheres.
É imperativa uma reflexão séria e urgente sobre a necessidade de salvaguardar a saúde física e mental dos magistrados do Ministério Público.
Estudo realizado pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra em parceria com a PGR e o Sindicato dos Magistrados revela ainda que 14,8% dos profissionais se encontram em risco elevado de burnout.
A terceira vitória do nacionalista hindu é mais frágil do que as anteriores. Analista diz que Modi pode tentar mostrar-se mais moderado nos primeiros tempos, mas que será uma mudança temporária e que rapidamente voltará ao seu estilo autocrático.
A autonomia do MP é um princípio fundamental da organização do nosso sistema judiciário e é assegurada por um estatuto que garante aos seus magistrados liberdade de consciência e de ação, protegendo-os contra a interferência de quaisquer poderes.
Do próximo Ministério da Justiça espera-se que consiga encontrar as soluções adequadas para as carências conhecidas de recursos humanos, materiais e tecnológicos do sistema de justiça.