Sondagem da Católica: Seguro continua à frente mas margem para Ventura diminui
A diferença entre os dois candidatos é agora de 34 pontos percentuais.
A diferença entre os dois candidatos é agora de 34 pontos percentuais.
Na última grande sondagem antes das presidenciais, o presidente do Chega aparece com 24% das intenções de voto, seguido de Seguro com 23%.
Por ter quebrado promessas e não ter até agora estado à altura de responder ao desafio de lutar "pela alma do nosso país" é de antever o pior para Keir Starmer.
Aumentou a proporção de crianças e jovens que sentem que os adultos os querem ouvir frequentemente e que consideram que as suas opiniões são valorizadas.
"Eu sou a favor de um bloco central. Claro que, para haver um bloco central, o PSD tem de querer e o PS tem de querer", disse, comentando as projeções eleitorais na RTP Madeira.
Nas eleições do ano passado, também antecipadas, a abstenção foi de 46,60%. As urnas encerram às 19h.
Sociais-democratas conseguiram 33% a 38% dos votos, falhando a maioria absoluta.
Os distritos (mesmo) decisivos, os concelhos que mais pesam, o fator-surpresa, o que não volta a acontecer como em 2022 e o que os partidos esperam: os sinais a que dar atenção na noite de 10.
Socialistas e social-democratas perdem intenções de voto e estão em "empate técnico". Chega pode subir até 16%, conclui a sondagem do CESOP–Universidade Católica Portuguesa.
Foram ouvidos 11.834 crianças e jovens entre os 3 e os 20 anos que vivem em Portugal. Saúde mental, a internet e redes sociais e a discriminação preocupam os mais novos.
António Costa ataca Rui Rio. Rui Rio ataca Costa. Ambos fazem o apelo ao voto útil no seu partido e as sondagens mostram os dois cada vez mais perto. O último dia de campanha já começou e a corrida vai ser renhida.
Se as legislativas se realizassem nesta sexta-feira, o PS vencia com 39% dos votos e uma vantagem de 13 pontos percentuais sobre o PSD (26%) – ainda que longe de uma maioria absoluta. Partido de André Ventura conseguia 7%, o mesmo que BE e mais do que CDU (6%).
Sondagem aponta que 66% dos portugueses acredita que a austeridade regressará a Portugal nos próximos dois anos e que 60% não passará as férias fora de casa, mesmo que não haja restrições quanto a viagens.
Entre 6 e 11 de maio, 4% de trabalhadores estavam em assistência à família, 13% em lay-off e 10% sem atividade.
Inquérito do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica revela ainda que 26% dos portugueses deixaram mesmo de recorrer aos serviços médicos.
A sondagem da Católica para o Público e a RTP coloca os socialistas com 37%, o que deixa o PS aquém da maioria absoluta, e atribui 30% ao PSD.