Nove anos de mandato, uma obra: a falta de água
Os almadenses não pedem milagres nem obras faraónicas. Pedem que, quando abrem a torneira, saia água.
Os almadenses não pedem milagres nem obras faraónicas. Pedem que, quando abrem a torneira, saia água.
Maria da Graça Carvalho apontou a falta de investimento como uma das causas.
Paulo Silva fez hoje o percurso entre as duas margens juntamente com um dos promotores de uma petição intitulada "Pela melhoria urgente do serviço da Fertagus e pelo fim dos atrasos e supressões constantes".
A associação acusou as duas autarquias de "inércia e inépcia" no âmbito das suas responsabilidades.
Um casal, com mais de 80 anos, morreu em Pinhal de General, depois de a casa ter ficado inundada devido à chuva forte que caiu durante a madrugada.
Empresa que compra, vende e arrenda imóveis tem sócios e administradores ligados ao partido e detém duas sociedades que são contratadas por câmaras da CDU.
As carruagens chegam às estações lotadas e os passageiros zangam-se. Relatos de quem assistiu à violência física e verbal, ou esteve prestes a desmaiar. O Governo promete agir.
"O Governo ouviu os autarcas, ouviu as suas dificuldades, ouviu como estão a passar, aquilo que necessitam e, fundamentalmente, não apenas neste momento, mas aproveitando este momento, para fazer uma reflexão alargada sobre a política de segurança em Portugal", declarou Basílio Horta.
Entre quatro a seis casas foram demolidas no bairro de Santa Marta do Pinhal. Crianças e mulheres grávidas ficaram sem alternativa, revela movimento Vida Justa.
O fogo teve origem numa viatura que se incendiou na autoestrada A33 e se alastrou a uma zona de mato, disse à Lusa fonte da GNR.
Da Lisboa de Carlos Moedas aos governos de Costa e Montenegro, das câmaras comunistas da Margem Sul às juntas do PS e do PSD, políticos de todos os quadrantes recusam mostrar como gastam o dinheiro dos cartões e fundos de maneio que têm nos gabinetes. Recorrem a serviços jurídicos pagos pelo Estado e chegam a invocar "reserva da vida privada". Esta é a história de uma odisseia que dura há dois anos e já originou 42 queixas, 21 processos judiciais e 6 sentenças.
Empresa de um agente do regime chinês junto da diáspora recebeu fundos comunitários da Economia e organizou reunião com autarquia comunista do Seixal.
Construção de um lar em Fernão Ferro foi entregue a empreiteiro amigo do presidente da Junta e conhecido na zona por deixar obras a meio.
Como as ligações políticas no Seixal levaram a um buraco. A construção de um lar financiada em 1 milhão de euros de dinheiro público, sem concurso, está parada e em tribunal. O empreiteiro é conhecido por deixar obras a meio.
Nos primeiros meses do ano, autarquias e organismos do Estado adjudicaram dezenas de milhões sem concurso. Só a Infraestruturas de Portugal assinou um ajuste de 20 milhões.
Autarca diz que termina esta etapa de mais de 20 anos de exercício de poder local para poder voltar à sua carreira profissional.