Nova Iorque recebe na próxima semana festival de filmes portugueses
Um dos filmes, "Sequential", é de Bruno Caetano, produtor da curta-metragem "Ice Merchants", nomeada aos Óscares em 2023.
Um dos filmes, "Sequential", é de Bruno Caetano, produtor da curta-metragem "Ice Merchants", nomeada aos Óscares em 2023.
"Mostrar outras culturas através dos filmes" e "mostrar a possibilidade de diálogos entre autores e criadores" é um dos objetivos do festival, que tem mais uma edição a começar esta 5.ª feira.
Ice Merchants conta a história de um pai e um filho que vivem numa casa suspensa num penhasco e que, todos os dias, têm de saltar de paraquedas para a vila onde vendem o gelo que apanham. Esta foi a primeira nomeação portuguesa para os Óscares.
"Nós, acima de tudo, já estamos felizes por termos chegado até aqui e o mais importante é que, seja qual for o desenlace que saia naquele envelope, vai ser um dia de celebração para a equipa toda", afirmou Gonzalez.
"Aconteça o que acontecer, já estamos muito felizes com o que o filme alcançou até agora", afirma realizador português.
A curta-metragem é disponibilizada em "mais de 30 cinemas de nove exibidores", com a possibilidade de ver o filme em espaços de Norte a Sul do país, bem como nas ilhas.
Pedro Adão e Silva e o produtor da curta reuniram na quarta-feira "e naturalmente que despesas inerentes à representação e à promoção nesta fase final dos Óscares serão assumidas pelos Ministério da Cultura", referiu fonte do gabinete do ministro, sem especificar o valor das mesmas.
Segundo Bruno Caetano, já foram gastos cerca de 11.000 euros na divulgação e são precisos, "num mínimo olímpico", cerca de 30.000 euros, "já contando com passagens aéreas e estadias" para estar em Los Angeles a promover o filme.
Com rasgados elogios à equipa que trabalhou consigo, o realizador do primeiro filme português nomeado aos Óscares, contou a SÁBADO ter ficado "eufórico" com notícia. Sobre a sua curta, explica: "Queria fazer um filme sobre a solidão e o isolamento".
A Monstra, o festival lisboeta de cinema de animação, decorre até 1 de agosto e, como é habitual, tem propostas de qualidade para toda a família.
"Não recebi qualquer notificação. Este inquérito é uma surpresa para mim", diz Bruno Caetano.
O regulador dos media considerou que a entrevista do líder de um movimento de extrema-direita à TVI não indicia a prática de qualquer contraordenação ou de crime de violação da Constituição da República Portuguesa.
O Ministério Público investiga o "repórter" há vários meses por práticas discriminatórias, que já levaram o regulador a advertir a TVI.
Caso não está relacionado com o convite de Mário Machado para ir ao programa televisivo da TVI.
Manuel Luís Goucha justificou a decisão da direção de programas da estação de Queluz com "quebra de confiança".
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