Incêndios: Governo diz que “muitos portugueses” perderam casa e negócio em França
Os incêndios na região de Bordéus afetaram muitos portugueses. Rápida evacuação evitou feridos e a obrigatoriedade de seguro em França ajudará na reconstrução.
Os incêndios na região de Bordéus afetaram muitos portugueses. Rápida evacuação evitou feridos e a obrigatoriedade de seguro em França ajudará na reconstrução.
Os bombeiros franceses combateram durante toda a noite, de sexta-feira, os incêndios que continuam a lavrar no sudoeste de França. O avanço das chamas obrigou à retirada de moradores em vários subúrbios de Bordéus, enquanto as autoridades reforçaram os meios no terreno para travar a propagação do fogo.
Cerca de 20 mil pessoas foram retiradas de localidades e parques de campismo na costa atlântica francesa, na quinta-feira, devido a um incêndio florestal que continua a lavrar perto de Lège-Cap-Ferret, a sudoeste de Bordéus. As chamas já consumiram mais de 2.400 hectares e mobilizaram cerca de 700 bombeiros, apoiados por meios aéreos.
As autoridades francesas impediram o desembarque de mais de 1.700 passageiros e tripulantes de um cruzeiro britânico atracado em Bordéus, França, depois de dezenas de pessoas apresentarem sintomas de gastroenterite.
Um passageiro do navio de cruzeiro Ambition afirmou, esta quarta-feira, que o ambiente a bordo permanece “descontraído”, apesar de mais de 1700 pessoas terem sido impedidas de desembarcar em Bordéus, França, devido a um surto gastrointestinal. O homem garante que o entretenimento continua e que as restrições são mínimas.
Avançado inglês, que já atuou em clubes como Liverpool e Newcastle, veste a camisola do Bordéus desde setembro do ano passado ganhando 1.400 euros.
Cresceu a assar leitões no negócio da família e confessa que ainda hoje isso é algo que lhe dá “paz e tranquilidade” – tal como o convívio com os amigos. No futebol, começou no Sporting, passou por Benfica, Valência, Bordéus e Videoton e terminou aos 42 anos, nas equipas distritais. Agora é comentador televisivo e garante que ser treinador não o atrai.
Aplicando a técnica de Bordéus à matéria-prima do Douro, as famílias Roquette & Cazes voltam a apresentar um tinto que confirma que a elegância a preços comportáveis existe.
Segundo o relato da agência France Presse, num cartaz pendurado na barreira de portagem de Biriatou, no País Basco francês, na autoestrada A63 Bordéus-Bilbau, lia-se "a resistência agrícola europeia começa aqui".
Suspeito foi abatido pelas autoridades locais.
Galardão atribuído ao verde da Casa Ermelinda Freitas “Gábia Clássico”.
Apreciam vinhos sofisticados e têm muito dinheiro para investir. Uns trocam a banca pelas castas, outros coordenam as equipas do outro lado do Atlântico. O negócio compensa.
Levado para um lugar com tinta do antigo regime que o matou, a cerimónia da manhã do dia 19 de outubro que sirva para ser um início e não um fim, para honrar, na prática, e verdadeiramente, o cônsul de Portugal em Bordéus.
Esta cerimónia acontece 67 anos após a morte do antigo cônsul de Portugal em Bordéus, que salvou milhares de judeus e outros refugiados do regime nazi, emitindo vistos à revelia das ordens do Governo de Salazar, o que lhe valeu a expulsão da carreira diplomática. Acabaria por morrer na miséria.
Homenagem acontece 67 anos após a morte do antigo cônsul de Portugal em Bordéus, na França, que salvou milhares de judeus e outros refugiados do regime nazi, durante a Segunda Guerra Mundial.
Willy Delajod vai arbitrar o encontro entre bracarenses e pacenses, enquanto o árbitro português de Évora vai dirigir o encontro entre Bordéus e Lens, num intercâmbio com o conselho de arbitragem francês.