Acordo de Trump com Putin para compra de gasóleo russo deixa Zelensky furioso: "Desonesto"
Presidente dos EUA quer baixar os preços dos combustíveis e fez acordo com inimigo da Ucrânia.
Presidente dos EUA quer baixar os preços dos combustíveis e fez acordo com inimigo da Ucrânia.
Ex-ministro dos Negócios Estrangeiros considera que considerou que a guerra contra o Irão, lançada a 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel, é "claramente ilegal".
"Na Polónia e na Alemanha, nas últimas horas, ocorreram incidentes muito preocupantes. Trata-se de uma continuação da escalada das ações da Rússia em toda a região", acrescentou.
O chefe da diplomacia de Omã reiterou o compromisso do sultanato com "a segurança marítima e o Direito Internacional".
Mascate e Teerão mantêm há várias semanas negociações, sem a participação dos Estados Unidos, sobre a gestão da navegação no estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo e gás.
Trump afirmou que deu ordens ao Exército para "dizimar totalmente e destruir todas as regiões do Irão", caso as autoridades do país persa o assassinem ou tentem assassiná-lo.
O regime cubano, que passou mais de 60 anos a acreditar que a economia podia ser gerida como quem organiza uma festa de aniversário, "tu levas os salgadinhos, eu trato dos refrigerantes e o Estado decide quanto custa cada um", descobriu agora uma realidade surpreendente: tabelar preços produz escassez, filas, mercado paralelo, corrupção e desinvestimento.
Detido em Nova Iorque desde janeiro, ex-presidente da Venezuela desenvolveu uma obsessão pelo Papa e cita frequentemente excertos da Bíblia. Nos telefonemas que faz para casa, pergunta pela família, pela política venezuelana e fala de futebol.
Apesar da incerteza do regresso das conversações de paz entre os EUA e o Irão, mediadas pelo Paquistão, a capital Islamabade, continua a apostar na segurança da cidade, criando uma espécie de cerco que afeta quem lá habita.
Secretário da Defesa dos EUA instou o Irão a aceitar o acordo de paz proposto pelos norte-americanos e avisou que se ambos não chegassem a acordo que iriam bombardear o território iraniano.
O líder comunista discursava no encerramento da XIII Assembleia de Organização Regional de Viseu, em que acusou os partidos da direita de terem "arrastado o país para essa guerra de agressão ao Irão, ao Médio Oriente".
O presidente dos EUA deixou um alerta ao Irão, a cerca de 12 horas de terminar o prazo estabelecido para que o país chegue a um acordo com Washington e reabra o Estreito de Ormuz.
Foram relatadas "várias explosões" no local.
Numa conferência de imprensa realizada esta segunda-feira em Washington, D.C, o presidente dos EUA disse que o povo iraniano chegou a implorar por bombardeamentos norte-americanos para conseguirem a liberdade que tanto desejam. Trumpo afirmou que os iranianos vivem num "mundo violento e horrível".
A proposta partiu de mediadores egípcios, paquistaneses e turcos envolvidos no processo que pretende interromper os combates, afirmaram os dois responsáveis.
O ambíguo apuro de danos começa a lembrar o «body count», o empilhar de cadáveres inimigos, do Vietname.