Hungria: Autarca de Budapeste compara legislativas a referendo sobre UE ou Rússia
Presidente do município da capital húngara desde 2019, Gergely Karácsony é um crítico do primeiro-ministro.
Presidente do município da capital húngara desde 2019, Gergely Karácsony é um crítico do primeiro-ministro.
António José Seguro saudou os eleitores que hoje foram votar nas 20 freguesias que pediram o adiamento das eleições do último domingo na sequência do mau tempo que afetou o país.
O objetivo é deportar um milhão de imigrantes por ano.
Segundo os dados provisórios às 21:30.
António José Seguro e André Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro, depois de, em 18 de janeiro, o candidato apoiado pelo PS ter conquistado 31,12% dos votos e Ventura, líder do Chega, obtido 23,52%.
André Ventura ficará na linha de baixo dos boletins, segundo ditou o sorteio realizado pelo Tribunal Constitucional.
A PSP indica que no ano passado realizou 94 operações policiais na área do Comando Metropolitano de Lisboa, que resultaram na fiscalização de 6.785 cidadãos estrangeiros.
Dos boletins de voto constavam três candidaturas anuladas, que coincidiram com mais 20 mil votos nulos. Comissão de eleições diz que diferença "não parece ter sido significativa".
Boletins tiveram o maior número de candidatos de sempre e três nomes que não foram aprovados.
António José Seguro e André Ventura voltam à estrada para as presidenciais, que terão lugar a 8 de fevereiro.
Vão ser impressos e distribuídos os boletins de voto do segundo sufrágio tanto no estrangeiro como no território nacional.
Perspetiva-se que o número de votantes deva diminuir relativamente às legislativas, devido à lei eleitoral.
No caso de existir uma segunda volta, os eleitores emigrantes poderão votar a 07 e 08 de fevereiro.
A ideia semi-conspirativa de que “isto aparece agora” porque há uma corrida eleitoral é uma ironia auto-infligida.
As eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro, com a campanha a terminar no dia 16, para o habitual dia de reflexão na véspera do sufrágio.
O porta-voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE) admitiu que "não haverá hipótese" de alterar os boletins para as eleições presidenciais e indicou que eventuais votos em candidaturas rejeitadas serão considerados nulos.