"Quero mudança, Seguro vai deixar tudo na mesma". A campanha de Ventura
O líder do Chega fez campanha nos escombros da depressão Kristin e na sua terra natal, em Mem Martins. Reportagem nos bastidores da corrida.
O líder do Chega fez campanha nos escombros da depressão Kristin e na sua terra natal, em Mem Martins. Reportagem nos bastidores da corrida.
Os resultados da primeira volta das eleições presidenciais em Portugal não foram tão maus como alguns supunham.
Numa noite marcada pela vitória de António José Seguro, o candidato apoiado pelo Partido Socialista (PS), Catarina Martins e o Bloco de Esquerda assumem o resultado e prometem lutar contra André Ventura.
Candidato defende que "neste momento não estão reunidas as condições para uma lei [laboral] passar".
Para o candidato presidencial apoiado pelo PCP, há direitos fundamentais consagrados na Constituição que "estão a ser claramente postos em causa".
"Um voto num candidato da esquerda à minha esquerda é um voto na direita", disse Seguro. António Filipe apontou que votos para Seguro cairiam "no mesmo cesto" de Marques Mendes e Gouveia e Melo.
O economista da Nova SBE Marlon Francisco alerta que a inteligência artificial já está a causar desemprego jovem nos EUA. Se acontecer em Portugal, pode resultar num cenário de "baixos salários permanentes" para estes profissionais.
Maioria ganha abaixo do salário médio nacional, refere um estudo.
Eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro.
Paralisação está marcada para a próxima quinta-feira.
Num plenário com as presenças dos secretários-gerais da CGTP/IN e UGT.
Candidatos a Belém estiveram este domingo frente a frente no décimo debate presidencial.
Maria Luís Albuquerque reconheceu os baixos salários em Portugal e indicou que "as pessoas com os salários mais baixos são aquelas que se encontrarão em maior risco de pobreza nas pensões se não for feito nada para resolver essa questão".
Candidato à Presidência criticou os "baixos salários" praticados em Portugal, assim como as alterações à Lei Laboral, que diz favorecer apenas as empresas.
ONG defende "a necessidade de olhar para os vários esquemas de rendimento mínimo adequado", em linha com as recomendações da Comissão Europeia.
Mais de 1,7 milhões de pessoas estão em situação de pobreza monetária em Portugal.